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Júpiter e o Leão

Júpiter permanece cerca de um ano em cada Signo e no dia 16/07/2014, ingressou no Signo de Leão. Tornou-se um hábito utilizar-se dos mitos para interpretar as posições dos astros no céu, o que não corresponde à maneira tradicional de elaborar uma análise. Da mesma forma que um relógio é composto de seus ponteiros e tem um cristal de quartzo em seu coração, a Astrologia Tradicional fundamenta a sua interpretação nos astros que vibram de acordo com as qualidades primitivas. Assim é perfeitamente possível prescindir da subjetividade alegórica dos mitos, símbolos emprestados de outras fontes.

Para início de conversa, Júpiter é considerado um astro benéfico por ser moderadamente quente e úmido, portanto, favorável à vida. Suas qualidades proporcionam energia e expansão. Seu papel é operar como mediador da secura de Saturno e do calor de Marte, daí a sua interpretação como legislador.

jupiter_leão_3Leão é um Signo quente e seco, governado pelo Sol. Este conjunto indica autoridade, constância e solidez, geralmente como expressão de um poder. A secura do Signo confere resistência às mudanças e baixo poder de adaptação, uma vez que este não é o papel esperado deste Signo.

Ao unir Júpiter em Leão, encontramos excesso de calor e o contraste entre a umidade do astro e a secura do Signo, revelando um certo desconforto bem como, a tendência ao entusiasmo exagerado na manifestação do poder e da autoridade. Podemos pensar num ditador legalmente eleito, que usa de seu poder de propaganda para se perpetuar na função. Mas também podemos pensar em longas estiagens ou violentas tempestades tropicais. Ou ainda, uma forte manifestação do nacionalismo, especialmente em nações que tem o leão como seu símbolo.

Qualquer que for a linha interpretativa, devemos levar em consideração o excesso de calor e o desconforto entre a secura e a umidade. Inclusive o aspecto teatral e dramático desta configuração deve ser tomada com cautela, pois pode mascarar uma debilidade consciente ou não. Com esta configuração, é muito fácil inflamar as massas com ideais de grandeza. Com o poder conferido atualmente à mídia, qualquer bandeira é capaz de causar grandes estragos, seja ela religiosa ou nacionalista. E se contiver elementos de ambas, pode ser ainda mais perigosa, causando incêndios devastadores. Também podemos contar com o aumento da temperatura do planeta e suas consequências, como o derretimento de geleiras e das calotas polares.

Por sinal, esta configuração também sugere incêndios em universidades, centros religiosos ou sedes da administração pública. Mas favorece enormemente as atividades esportivas de todos os tipos, inclusive as aquáticas.

Sagitário, Signo governado por Júpiter, tem o carro de combate entre os seus significados. E em Peixes, traz também manipulação das massas através de imagens apocalípticas. Com Júpiter em Leão, podemos esperar por gurus com pretensões messiânicas.

O artigo abaixo pretende apenas apresentar algumas ideias, sem pretender ser definitivo ou completo.

O Início

jupiter_leão_1O começo da relação entre Júpiter e o Signo de Leão começa quando se aproxima do Sol, regente deste Signo. No começo de Julho, ainda em Câncer, entra sob os raios do Sol e gradualmente vai perdendo a sua força. Ainda no final do Signo de Câncer, fica combusto e perde ainda mais o seu poder de manifestação. Portanto, ingressou no Signo de Leão em combustão com o Sol. A conjunção ocorreu sem que ficar cazimi. Júpiter sai da órbita dos raios do Sol apenas um mês após ingressar em Leão. A tabela ao lado ilustra a sequência dos eventos e suas respectivas datas.

Um astro em combustão perde parte de sua umidade. Neste caso, a manifestação de Júpiter se torna mais rígida e austera. Corresponde ao período dos três acidentes aéreos e do início dos combates na faixa de Gaza. Embora não tenha sido devidamente noticiado, na Ucrânia oriental os combates também resultaram em várias mortes.

A Retrogradação

Júpiter ingressa na zona retrógrada em 12/09/2014 e sai em 06/07/2015, um longo período para repetir eventos e reforçar ideias e ideais. A retrogradação em Leão será entre os dias 08/12/2014 e 08/04/2015. Em 01/01/2015, forma oposição com Marte e, em 06/02/2015, oposição com o Sol.

Esta pode ser considerada uma importante mudança de fase, a partir da qual a natureza benevolente de Júpiter poderá se manifestar com mais poder. De um ponto de vista pessoal, indicado para organizar as finanças e os estudos (ou ambos). De uma perspectiva mais ampla, favorável à solução de conflitos e à solução de todos os excessos ocorridos na etapa anterior às oposições. Nesta época, Saturno estará em sua zona retrógrada, no Signo de Sagitário (governado por Júpiter) . Este conjunto sugere reuniões de alto nível e contatos nas esferas de governo ou empresários de influência com o objetivo de proporcionar fluidez à indústria e ao comércio.

Particularmente, acredito que veremos a volta do protecionismo em alguns países importantes da Europa, como a França e a Itália. Na Ásia, devem surgir algumas inquietações em países periféricos da China, como é o caso de Hong Kong. A Coréia do Sul também verá redução de sua atividade industrial.

Os Termos

jupiter_leão_2Em razão da retrogradação, ocupará os termos de Saturno e Mercúrio em duas ocasiões. Acredito tratar-se de uma indicação positiva especialmente para o comércio, que encontrará soluções sem depender das autoridades governamentais. Os setores mais beneficiados serão esportes e entretenimento.

Entre 05/09/2014 e 13/10/2014, Júpiter estará nos termos de Saturno, ainda em Escorpião. A economia será mantida em equilíbrio por meio do mercado financeiro (câmbio e juros). A fase seguinte corresponde aos termos de Mercúrio, até o dia 04/02/2015, quando retorna aos termos de Saturno. Acredito uma boa fase para o comércio, mesmo com a retrogradação de Júpiter. Porém, os melhores resultados podem ser esperados para a época entre 10/06/2015 e 13/07/2015, novamente nos termos de Mercúrio.

Veja a tabela ao lado para maiores detalhes.

Os períodos em que Júpiter se encontrar nos termos de Saturno e Mercúrio, com Saturno ainda em Escorpião também favorecem a todas as atividades de investigação e pesquisa, seja industrial como acadêmica. Algumas importantes descobertas podem ocorrer neste período. Com Saturno em Sagitário, indicado para publicar os resultados das pesquisas nos meios especializados.

Em 13/07/2015 e enquanto permanecer no Signo de Leão, Júpiter estará nos termos de Marte. É verão no Hemisfério Norte e quem sabe não tenhamos outros conflitos armados no Oriente Médio, uma vez que Saturno encontrar-se-á novamente retrógrado em Escorpião.

A dança com Marte

É Marte o grande disparador dos eventos indicados pelos planetas superiores.

Enquanto estiver crescente em relação a Júpiter, podemos contar com competitividade em todos os setores da vida. Forma uma quadratura com Júpiter em 01/08/2014 e uma conjunção com Saturno em 25/08/2014. Portanto, Agosto e Setembro são meses para reequilibrar os estoques, principalmente os de mercadorias de alto valor agregado, como é o caso dos gadgets. Mas também, uma época para vender aqueles imóveis, novos ou semi-novos, para os quais não conseguiu comprador no 1° semestre.

A melhor época, no entanto, ocorre com Júpiter direto e Marte minguante em relação a Júpiter. A época da 2ª quadratura, em Abril de 2015, será um período de grande movimentação no comércio e indústria, particularmente em nosso país.

Com todos os conflitos ocorrendo em diversas partes do mundo, mesmo que se aumente a produção, observar-se-á um aumento das vendas apenas a partir de Janeiro de 2015. Ou seja, a tendência é que o comércio legal de armas não se beneficie de imediato. O mesmo não pode ser dito quanto ao comércio ilegal ou informal, que tem as suas vendas ampliadas especialmente no mês de Dezembro.

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Algo maior?

Hoje em dia, é costume perguntar sobre tudo, ao menos entre os acadêmicos ou pesquisadores. E resolvi fazer o mesmo com a Astrologia.

Embora possa ser mais antiga, sabe-se que ela surgiu na Suméria em cerca de 2400 aec, junto com outras técnicas, artes e ciências. É intrigante que uma civilização que vivia praticamente no neolítico, em cerca de 300 anos passou a dominar conhecimentos especializados como trigonometria, arquitetura, hidráulica, astronomia e leis (Código de Hamurabi).

Entre os antropólogos, a tese mais aceita é que o saber astrológico, juntamente com todos os demais saberes que possibilitaram o florescimento da civilização suméria, tenha sido revelado ou transmitido por agentes externos. Há algumas teses acadêmicas escritas sobre o tema, variando a maneira como discorrem a respeito desta hipótese, denominada exógena. Entretanto, existem indícios de que a observação astrológica seja bem mais antiga, recuando a talvez cinco ou seis mil anos.

Partindo da premissa de que um agente exterior, um mensageiro ou ET (ou um conjunto deles, mensageiros ou Ets) tenha transmitido o saber astrológico entre vários outros saberes eu pergunto:

  • Porque estes seres supostamente evoluídos (a ponto de se deslocarem até este longínquo planeta) se deram ao trabalho de ensinar a Astrologia?

Vários livros tentam nos convencer que a Astrologia surgiu pela necessidade de prever as estações e melhores épocas para a colheita. Trata-se de uma resposta que pode ser facilmente descartada na medida em que sabemos que em várias partes do mundo foram erigidos monumentos ou templos a céu aberto para acompanhar o movimento de alguns astros.

Particularmente, defendo a ideia de que a Astrologia surgiu como instrumento para contar o tempo, com a função de servir de calendário. No Oriente Médio e Vale do Indo, onde a Astrologia floresceu nos primórdios, dispunha de calendários astrológicos de longo prazo, muito maiores e mais extensos que a duração de uma vida humana. Não há sentido em contar ciclos de mais de dois ou três mil anos.

Ter o controle sobre o tempo permite planejar o futuro. Controlar o tempo é ter o poder sobre a existência. Hoje, dizemos “tempo é dinheiro”. Alguns sacerdotes (magos-astrólogos) incutiam medo prevendo eclipses (ocultação do Sol ou da Lua).

Mas deve existir algum propósito ainda maior. Várias culturas e tradições antigas associam as estrelas e constelações aos deuses e muitas delas, dizem que suas origens são desta ou daquela estrela (Sirius, Capella, Vega, Aldebaran, etc…). E a Astrologia dos primórdios estava diretamente associada às constelações e estrelas, os signos não eram tão importantes como hoje em dia.

Novamente uma pergunta:

  • Será que a Astrologia era um caminho eu poderia nos indicar o caminho de ida para algum outro lugar que não a Terra? Ou um retorno a uma morada perdida ou superior?

Se esta hipótese puder ser verdadeira, então a Astrologia poderia nos dar um caminho de algo que hoje denominamos “elevação espiritual” de uma maneira tanto coletiva como individualizada, como queriam Kepler e Campanus.

Como isto se processa? Como obter esta informação? Será uma espécie de gnose terapêutica? Um autoconhecimento profundo com propósitos transcendentes e apologéticos?

O saber astrológico que chegou até os gregos e egípcios já veio desfigurado e o foi mais ainda durante os vários séculos na Europa. O século XX assistiu, quanto à Astrologia, novas pesquisas e estudos, mas também, enxertos e adaptações que tornaram irreconhecível as fontes originais, a ponto da Astrologia se tornar um instrumento bidimensional (The Round Art, de A. T. Man é um exemplo).

Mas ainda dá tempo… Como escrevi acima, os antigos lidavam com ciclos muito longos. Um ciclo de eclipses, por exemplo, dura entre 17 a 21 séculos…

Vamos reencontrar o nosso Caminho através da Astrologia?

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Fim de Ano, renovação da vida

No calendário civil, 2011 já vai pelo fim. Vivemos as expectativas de dezembro, com confraternizações e celebrações em todos os círculos de relacionamento e camadas sociais. Afinal, é Natal e logo depois, Ano Novo.

Quantas promessas são realizadas neste período, tendo o Sol no Signo de Sagitário. E justamente por isso, a tendência a prometer mais do que efetivamente poderá cumprir, sempre com boa vontade, coragem, boas expectativas e otimismo. É uma antevisão do futuro, sem estar exatamente lá: uma viagem mental.

O Natal ocorre no severo Signo de Capricórnio e além da reunião entre familiares e amigos, é costume dispor de uma mesa farta para simbolizar prosperidade. Repete-se esta atitude por ocasião do Ano Novo, mas com certa informalidade. É como se estivéssemos pedindo aos deuses da Astrologia, que não se deixasse levar pelo espírito de Capricórnio, que fala de economizar e poupar, de maximizar os recursos disponíveis e eventualmente, ser até avarento.

A maneira que comemoramos as festas natalinas, representa de fato como os nossos ancestrais faziam para agradecer pelas colheitas e benefícios do ano, por isso, o pernil, o peru, as nozes e os grãos. A uva é uma fruta importante, pois dela se extrai o vinho e costumava ser associada a vários importantes deuses ancestrais. No Hemisfério Norte, esta é a época mais fria do ano, após o que, o Sol reinicia a sua viagem de volta, para repetir o ciclos das estações, com destino à Primavera, a estação da renovação da vida.

Atualmente, o Ano Novo é comemorado uma semana após o Natal. Porém, de uma perspectiva astronômica, o ano se inicia entre 21 e 22 de março (atualmente). O início do calendário civil variou muito ao longo dos anos e esta data teve muito mais uma associação política do que astronômica ou mesmo, religiosa.

A celebração do Natal sempre se deu numa data próxima ao Solstício de Inverno e, em diversas culturas ao longo da História, sempre foi motiva para comemorar, ora com júbilo e alegria, outras vezes, com temor e esperança. É sabido que corresponde à época em que o deus-sol se encontra em sua fase máxima de escuridão, no Nadir de sua trajetória. Porém, o novo ano, para os povos que associaram a sua vida aos ciclos naturais, sempre se deu por ocasião do Equinócio da Primavera, quando o deus-sol ressurgia das trevas e retornava para o mundo da Luz.

Assim, é muito provável que a origem do Carnaval esteja associada ao final deste ciclo. Um ano tem 365 dias e um círculo 360º e esta diferença de 5 dias, quando colocada antes do nascimento do Sol, poderia ser muito bem associada às festividades em que os deuses dariam um cochilo para que os humanos pudessem se divertir com atividades e festividades  que, de fato, serviriam apenas para espantar os maus espíritos.

O Concílio de Nicea (325 d.C.) fixou a data da Páscoa no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia da Primavera.  Mas, convém, ainda, notar o seguinte:

  • A data da Páscoa nunca pode ocorrer antes de 22 de Março nem depois de 25 de Abril. Se o cálculo ultrapassar este último limite, passa para o domingo anterior.
  • O dia de Carnaval, sempre à terça-feira, é 47 dias antes da Páscoa. O Dia da Ascensão, numa quinta-feira, 39 dias depois. O Domingo de Pentecostes, 49 dias depois. O Corpo de Deus, numa quinta-feira, 60 dias depois.
  • Os anos múltiplos de 100 não são bissextos, excepto se forem também múltiplos de 400.

Portanto, o Carnaval acabou se dissociando do ciclo anual, tornando-se uma data profana atrelada ao calendário religioso. Ainda, em 1582, a reforma do calendário juliano acabou por suprimir 11 dias do calendário civil. Quem dormiu no dia 04/10 daquele ano, acordou em 15/10. nem todos os países adotaram o calendário gregoriano após a sua promulgação.

De toda forma, resultou que certas festividades associadas ao ciclo do Sol e às estações do ano perdessem o seu sentido e significado, como é o caso do Ano Novo e do Carnaval (Saturnálias, para os romanos).

O Natal, entretanto, permaneceu inalterado, seja em essência, simbolismo e significado. Qualquer que seja a orientação religiosa, há plena concordância quanto à trajetória aparente do Sol em torno da Terra ao longo do ano e sua importância para a manutenção da vida em nosso planeta. Natal é o renascimento do deus ou de Deus, que encarna novamente entre a humanidade para nos redimir ou, no mínimo, nos ensinar o caminho para a reintegração com o divino.

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A Dança dos Luminares

Eclipses são indicadores de mudança. Eram sempre temidos pelos antigos.

Neste caso, não poderia ser diferente. Será visível apenas nas altas latitudes do Hemisfério Sul e, portanto, tem a sua ação e influência diminuídas também em razão da baixa altitude.

Imagem do Eclipse (Nasa Eclipse Web Site).

Pertence à Série de Saros nº 123, iniciada em 1074. Este período corresponde ao da Cisma da Igreja Católica e o início das Cruzadas. Porém, vale citar que a primeira universidade foi fundada em 1088. Sua implantação se deu sob a vigência deste primeiro eclipse da série.

O eclipse atual é o 53º de 70 e se encerra em 2318. Uma pesquisa nos eclipses anteriores desta série coloca os temas em religião e ambiente acadêmico em foco. Há uma ênfase (direta ou indireta) no Signo de Sagitário. O primeiro deles começa com Saturno ocupando este Signo.

Há uma diferença entre os eclipse que ocorrem nos Nodos Lunares Norte e Sul. Este ocorre no Nodo Norte e é considerado agregador e construtivo. Ou menos destrutivo. É Mercúrio retrógrado quem dá o tom deste eclipse em particular, chamando a atenção especialmente para o emprego da ética e os valores realmente tradicionais da humanidade.

Sugere o retorno a conceitos simples de educação e cultura, sem adereços ou enfeites. Impele à busca da lealdade e confiabilidade como valores básicos. Júpiter, regente de Sagitário, encontra-se igualmente retrógrado em Touro em mútua recepção com Vênus. Portanto, trata-se de uma ética dos sentidos, de pegar, tocar, cheirar.

Este eclipse fala de coisas simples, de valores e conceitos que já eram conhecidos por nossos pais e avós. Trata de um retorno às origens, em que negócios eram selados à base de um fio de bigode. Em meio a uma grave crise de consumo, em que os mercados encolhem e até Deus se tornou um negócio rendoso e próspero, é hora de lidar com os paradoxos que a sociedade contemporânea se encontra imersa.

As Cruzadas promoveram a devastação e a destruição por onde passaram. Hoje, é a necessidade de consumo que esgota com os recursos do planeta. Rios e lagos tem secado e desaparecido, drenados para irrigação de imensas áreas de plantio. O solo dos mares está coberto de lixo, óleo e plástico. Mineração e agricultura tem criado enormes modificações na morfologia do solo, criando áreas erodidas. Onde haviam florestas e morros, hoje só existem extensas planícies, várias delas, desertificadas em razão da exaustão do solo.

As diferenças religiosas ainda são causadores de guerras e desentendimentos entre Ocidente e Oriente. Porém, assistimos à mudanças importantes no Islã africano, que podem resultar em cismas ainda maiores, bem como, no avanço da pobreza e miséria onde a riqueza é pouca e para poucos.

Este eclipse aponta para o futuro da humanidade e apresenta soluções, dá pistas do caminho a seguir. Não promete nenhuma devastação, pois leva à reflexão (Júpiter e Mercúrio retrógrados), a busca da ética e dos costumes tradicionais. De tentar viver com mais simplicidade, antes que esta crise de recursos nos devore e ao planeta.

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