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2018, a Copa do Mundo e as Eleições

Confesso estar pouco disposto a escrever sobre “previsões 2018” ou sobre “previsões para os Signos 2018”. A humanidade vive um momento de transição que ainda levará alguns anos. E particularmente no Brasil, basta acompanhar o noticiário para ser tomado pelo pessimismo.

Por outro lado, é preciso lembrar (todos astrólogos o fazem) que as previsões para o ano são obtidas, à princípio, empregando o mapa do ingresso do Sol em Áries, que ocorrerá em 20/03/2018. Este mapa é de fato considerado o mapa do “Ano Novo Astrológico”, aquele que dispõe sobre os temas e o tom do ano em curso até o próximo ingresso, no ano seguinte.

Uma das principais características do ano de 2018 é que todos os Astros ficarão retrógrados, inclusive Marte e Vênus. Ocorrerão três eclipses solares, nenhum deles visível no Brasil, embora mereça alguma atenção aquele que ocorre em 11/08/2018, visível sobre o nordeste da Ásia (China, Mongólia…) ao norte da Europa (Suécia, Finlândia, Noruega…) até a Groelândia, uma vez que forma conjunção partil com Vênus do mapa da Independência do Brasil.

Este Astro (Vênus) teve participação importante nos eventos recentes de nosso país, especialmente na Era Temer, além de estar conjunto ao nefasto Nodo Lunar Sul (Cauda do Dragão).

Júpiter e Saturno vibram no tom de uma semiquadratura minguante, aspecto que não é considerado na Astrologia Tradicional, embora seja de grande importância como indicadora da “eletricidade” compartilhada por dois Astros. Trata-se de um aspecto moderadamente tenso, que prepara o terreno para a conjunção que se aproxima (ocorre em dezembro de 2020).

Portanto, dos tópicos acima listados, não dá mesmo para esperar nenhum evento de proporções midiáticas, impactante a ponto de ser tomado como fator de mudança de uma era ou de uma geração. O fato é que, como um todo, 2018 será um ano morno até o início de novembro, quando Júpiter ingressa em Sagitário. Como Saturno já se encontra em Caprícórnio, nos dois últimos meses do ano teremos estes dois Astros superiores domiciliados, embora sem manterem relação entre si.

As retrogradações destes dois Astros ocorrem todos os anos e novamente se superpõem parcialmente, em razão de sua proximidade zodiacal. Porém, a retrogradação de Marte acrescenta um tempero adicional ao período entre o final de junho e o final de agosto. Júpiter retoma ao movimento direto cerca de uma semana após o início da retrogradação de Marte, que por sua vez, retoma ao movimento direto uma semana antes de Saturno.

Há uma retrogradação de Mercúrio nesta mesma época, ocorrendo entre 26/07 e 19/08, formando três conjunções justamente com a Vênus que citei acima, do mapa da Independência do Brasil. Este será o período mais confuso do ano e com reflexos em nossa atividade produtiva (indústrias) e nos esportes.  É provável que se estenda ainda para o setor de serviços, particularmente aquele voltado para o turismo de negócios.

E Vênus retrograda em Escorpião/Libra entre 05/10 e 19/11. Ou seja, exatamente no período correspondente às eleições gerais no Brasil, para todos os cargos do executivo e do legislativo. Se você estiver contando com alguma limpeza ou renovação dos quadros políticos, a expectativa, com este movimento de Vênus, é que teremos mais do mesmo, particularmente no legislativo.

brasil 2018

Há a Copa do Mundo, entre 14/06 e 15/07, na Rússia. Este evento está compreendido entre duas conjunções entre Marte e Saturno, ambos em Capricórnio: a 1ª conjunção ocorre em 08/06, com Marte direto e Saturno retrógrado; a 2ª conjunção ocorre em 28/07, com ambos retrógrados. Vênus formará uma conjunção com Vênus do mapa natal da Independência do Brasil em 29/06. Júpiter estará na órbita de um sextil com o Sol do mapa natal da Independência do Brasil.

Acredito que a seleção brasileira passará facilmente pela 1ª fase. A partir da 2ª fase, os adversários tornarão o caminho para a conquista da Copa mais difícil. De qualquer modo, veremos uma equipe onde a colaboração, a cooperação e o entrosamento produzem os resultados (gols). Apesar de realizar um bom trabalho, é pouco provável que esta equipe seja campeã (deve chegar em 2º ou 3º lugar).

Qualquer que seja o resultado da Copa, será uma época (antes e depois, como de costume) em que os problemas do país serão temporariamente deixados de lado, o que não é novidade.

Aí é hora de pensar nas eleições. E a primeira pergunta é se Lula será candidato. O julgamento de Lula em 2ª instância será ainda no 1º semestre e pode torná-lo inelegível. Há um período crítico e decisivo com relação às suas pretensões ocorrendo após o Carnaval, em fevereiro. Este julgamento deve ocorrer nos últimos dias de abril ou nos primeiríssimos dias de maio e, mesmo que não seja preso, deve ser tornado inelegível, ficando fora da disputa (ao menos num 1º momento).

Lembra-se daquele período em que ocorrem várias retrogradações? Pois é, entre outras coisas pode indicar alguma comoção popular, bem como, as tentativas da defesa do ex-presidente em invalidar ou desqualificar o julgamento… aí vem a Copa… e muitas coisas acontecerão nos bastidores…

Bem… e quem ganha as eleições? Já existe uma lista de possíveis candidatos e outros ainda podem surgir. Portanto, o mais adequado é tentar descrever o perfil daquele que tomará posse. Tenho até o meu palpite, para não dizer que faço proselitismo.

Para obter a informação de quem subirá a rampa do Palácio do Planalto, uso o mapa da posse. Combinando com as Direções Secundárias de Arco Solar do mapa da Independência do Brasil e seu mapa natal, chega-se a uma tônica de Saturno. Portanto, o próximo presidente eleger-se-á a partir de uma plataforma de austeridade econômica, retorno aos fundamentos da economia, É bastante provável que se mostre bem identificado com os problemas do país, bem como, com o funcionamento do Congresso. Durante a campanha eleitoral, terá de lidar com suspeição, embora nada seja efetivamente provado a seu respeito (e nada surgirá depois).

O que irá lhe assegurar a vitória será a sua capacidade de se comunicar com as bases populares, sem exatamente se tratar de um candidato populista. Em outras palavras, saberá dizer o que os outros querem ouvir. Sua campanha iniciar-se-á por meio de palestras a empresários do país e coalização com os governadores dos Estados. Antes de assumir, deve articular com os líderes partidários e iniciará seu mandato com um voto de confiança do de deputados e senadores.

Se eu estiver certo com respeito ao candidato vencedor, será durante o seu mandato que veremos, após cerca de dois anos (um ciclo de Marte) o Brasil voltar a crescer, baseado tanto na confiança interna em razão da austeridade e respeito às regras, como também, ao estímulo às exportações (que tanto interessa à indústria, agronegócio e mineração).

De toda forma, o ano de 2018, apesar de morno, será um ano de esperança, de sonhos e de expectativas. Embora a Câmara e o Senado pareçam andar um na contramão do outro, os sinais de recuperação da credibilidade virão da Câmara baixa e não da alta.

Outras áreas de interesse:

Cultura: Surge um novo estilo musical ou de dança, que logo vira modismo. A cultura popular tem projeção na mídia, graças à curadores ou campanhas através de organizações com capacidade de penetração. Mostras fotográficas com temas históricos devem percorrer algumas capitais do Brasil.

Educação: Apesar do marco regulatório proposto e aprovado no final de 2017, ainda persiste a evasão no período do ensino fundamental. Ocorrerão quedas de braço entre a justiça trabalhista e as universidades “fast food”, que contam com capital estrangeiro. Melhor para as universidades…

Esportes: Destaque para o atletismo e muita esperança no futebol. Porém, os destaques ocorrem nos esportes individuais e não nos coletivos, muito mais em função de um talento do que em razão do desenvolvimento técnico. Os esportes de luta, como boxe, judô, etc… devem receber premiações.

Religião: Apesar de sermos um país laico, as bancadas religiosas (especialmente as articuladas  bancadas evangélicas) terão algum revés na justiça, em razão de problemas legais de alguns líderes em países do exterior. Não custa recordar que os líderes de duas grandes igrejas evangélicas são investigados nos EUA (entrada ilícita de valores, evasão de divisas e sonegação fiscal).

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O ataque a Shayrat

Preparei um pequeno clipe explicando o mapa do ataque.

  • Principais tópicos:
  • Ascendente em Peixes.
  • Júpiter retrógrado em oposição ao Sol.
  • Marte sem aspecto.

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Retrospectiva 2016/Expectativas 2017

Tenho acompanhado os acontecimentos deste segundo semestre de 2016 com as mesmas expectativas (acredito) que a maioria das pessoas. Entretanto, como venho dizendo em conversas informais, os problemas que o mundo (e não apenas o Brasil) enfrenta atualmente não surgiram de uma hora para outra e, da mesma forma, não irão se resolver rapidamente como que por um passe de mágica.

2017

Os mesmos desafios e tendências que verificamos em nosso país também ocorrem em outros locais de nosso planeta, mas com direcionamentos diferentes em razão das culturas e histórias dos países ou regiões.

Isso sem contar na foice ceifadeira que levou um monte de gente bacana este ano…

A radicalização é um desses temas comuns, com aspectos e desdobramentos muito similares:

O Mundo

  • No Oriente Médio, há a guerra civil da Síria e o Estado Islâmico são os mais conhecidos, porque rondam a mídia como pano de fundo dos atos terroristas na Europa. Mas é bom recordar a fragmentação que os demais países muçulmanos sofreram nos últimos anos (Líbia, Iraque, Iêmen, Egito…) que permanecem à disposição de qualquer liderança populista. Nestes casos é bom lembrar que numa mesmo nação podem existir vários povos, como é o caso da Turquia, por exemplo.
  • O caso dos países da África Central é parecido com o caso do Afeganistão e Paquistão, onde a miséria extrema abriu espaço para milícias e lideranças populares, com um povo tentando subjugar ao outro.
  • A Europa está assolada de problemas, após o BREXIT, outras nações já se manifestaram a favor de sair do bloco, a partir de um sentimento nacionalista cada vez mais forte. A invasão dos refugiados reforçou este sentimento e aguçou a xenofobia, que não é novidade deste período. A Bulgária fechou as suas fronteiras, a Áustria reforçou a segurança e apertou as restrições à entrada de imigrantes. França, Inglaterra, Bélgica e Noruega já declararam que não os querem. Espanha e Itália ainda lidam com um elevado número de desempregados. A Alemanha ainda não conseguiu reintegrar a Alemanha Oriental por completo. O PIB Europeu encolheu significativamente. Os movimentos conservadores têm crescido em razão do nacionalismo e de seu apelo popular.

mundo2017Todos os assuntos acima citados se agravaram a partir do trânsito de Saturno (pouco à vontade e por isso, ditatorial) no Signo de Sagitário.

  • Nos EUA, nos oito anos que presidiu o país, Barack Obama obteve relativo sucesso em restabelecer o crescimento econômico e os empregos, bem como, distanciar-se dos conflitos militares em outras regiões do globo. Exerceu a sua autoridade como presidente da nação mais importante do planeta evitando intervenções diretas e mortes de americanos. Contudo, Donald Trump se elegeu graças ao forte apelo populista e uma campanha baseada em promessas de 140 caracteres. Alguns o veem com apreensão.

Tanto na Europa como nos EUA, há mecanismos reguladores extremamente restritivos. Na Europa, o excesso de regulação (burocracia) é responsável por toda sorte de atrasos no processo de tomada de decisões que deveriam ser tomadas em poucas horas. Nos EUA, tudo isso é mais ágil e, portanto, mais eficiente, o que não dá tanto espaço ou margem para que um presidente faça o que lhe der na telha.

  • Na América Latina, ainda persistem alguns governos de cunho populista, como até bem pouco tempo era o caso inclusive do Brasil. Por sinal, somos o país com o mais moderno sistema jurídico no mundo, o que não parece ser uma vantagem, como vimos recentemente…

O Brasil

O maior problema do Brasil é a ineficiência. A corrupção pode ser enquadrada nesta ineficiência, uma vez que os mecanismos reguladores dos contratos e das transações comerciais não foram capazes de (ou não quiseram) detectar o dinheiro que se esvaía para outros destinos que não aqueles de interesse público.

A corrupção pode ser comparada como uma rede de abastecimento de água tratada que deveria chegar a todos os destinos com pressão suficiente… Mas como foram feitos gatos e há vazamentos logo na saída da estação de tratamento, o volume e pressão da água entregue é diferente daquele que saiu inicialmente. Portanto, a água que retorna para ser tratada, será igualmente menor, ocasionando um déficit de armazenamento…

Alguns países, como a Dinamarca, extinguiram o dinheiro de papel em 2016 para ter maior controle sobre a circulação de divisas e tentar estancar estes “vazamentos”, que também ocorrem por lá e em outros países do 1º Mundo.

Como o dinheiro que deveria retornar sob a forma de serviços era inferior ao que realmente foi pago, começou a faltar dinheiro em toda a cadeia… O primeiro passo é o desemprego e com ele, a diminuição do poder aquisitivo, que prejudica inicialmente o comércio e depois a indústria e pronto, está armado o círculo vicioso que todos conhecemos.

br2017

Em nosso país, a cultura do superfaturamento é um problema cultural, que ocorre desde os tempos do Brasil-Colônia…

A ineficiência vem acompanhada de um outro problema global: a falta de ética, numa época em que vivemos um mundo de aparências pautado pelo “politicamente correto” que, neste período de Júpiter em Libra transformou o mimimi numa arte…

Bom moço

Existem, porém, os aspectos positivos desta relação entre Saturno em Sagitário e Júpiter em Libra. Casos de violência doméstica, estupros, homofobia e xenofobia sempre existiram desde tempos remotos, mas agora saíram de sob o tapete e entram em nossos lares casa através dos noticiários, sendo discutidos inclusive nas escolas. Tornados crime, suas ocorrências são denunciadas e as pessoas que cometeram tal ato, condenadas e presas.

Expectativas

Durante o ano de 2017, Saturno transitará no Signo de Sagitário até meados de Dezembro, quando ingressa em Capricórnio; e Júpiter, no Signo de Libra, até meados de Outubro, ingressando no Signo de Escorpião. Durante todo o ano, Júpiter estará na Via Combusta. Estes dois Astros formarão um sextil ao final de Agosto, quando Saturno retoma o movimento direto. Trata-se do último contato entre os dois astros, antes de formarem a conjunção, em Aquário, ao final de Dezembro de 2020.

A colega Barbara Abramo afirmou em sua página pessoal (14/12/2016) que “o navio Brasil vai encontrar o seu prumo apenas em 2020”. Pelo que descrevi acima, devemos ter boas expectativas para o nosso país apenas a partir do início de 2021. Aí você irá me perguntar: conseguiremos sobreviver até lá? Sim!!! Com certeza!!!

Mas não dá para pensar que todos os problemas que elenquei anteriormente sejam solucionados, com esta configuração entre os dois astros regentes dos acontecimentos sociais, econômicos e culturais. Com Saturno em Sagitário ainda teremos notícias de atentados, de miseráveis fugindo de seus países e buscando melhor sorte em outros países, além das fronteiras… Com Júpiter em Libra, haverá muitas discussões políticas, marcos regulatórios, protocolos, mas nenhuma decisão concreta que corrija o que está errado.

Ao mesmo tempo que ocorre um vazio de lideranças, há também um empobrecimento do pensamento e das reflexões (limitadas a 140 caracteres, será que me leu até aqui?). É um campo fértil para todos os tipos de movimentos populares baseados em slogams sem qualquer probabilidade de se tornarem realidade (as campanhas das utopias sociais são realizadas através do Signo de Sagitário).

Com relação aos EUA, os mecanismos regulatórios (Constituição, Senado, etc.) são suficientemente eficientes para evitar desastres e catástrofes provocadas por algum desorientado. Quanto à perda de importância dos EUA no cenário global, isto já ocorreu a partir da Era Obama, pois teve de primeiro arrumar a casa antes de tentar cuidar dos quintais dos vizinhos.

Brasil 2017

Os temas que se seguem serão melhor desenvolvidos em artigos futuros. Nos tópicos abaixo pretendo apenas responder ás questões mais importantes para o nosso país no ano de 2017.

  • A chapa Dilma-Temer será cassada pelo TSE? Há um período extremamente crítico em torno de 11/05/2017, época em que o risco de enfrentar problemas que levem à sua cassação é grande. Contudo, não existe nenhuma indicação particular no mapa de Dilma Rousseff. Assim, é mais provável que Temer esteja recebendo duras críticas e lidando com acusações graves, sem que seja cassado, cumprindo o seu mandato até o final.
  • As investigações de corrupção irão continuar? Sim, sem dúvida, mas de uma forma mais branda, uma vez que já obtiveram muito material que precisa ser analisado. Deverá entrar em nova fase a partir de meados de Outubro, quando Júpiter ingressar em Escorpião.
  • Lula será preso? Escrevi um artigo sobre esse tema e continuo achando pouco provável. Lambuzou-se com as oportunidades que teve acesso. Terá um período complicado quase na mesma época que Temer, em torno de 12/05/2015. Pessoalmente, acredito que o ex-presidente era apenas uma importante figura de fachada, uma espécie de fiador do esquema arquitetado e administrado pelas empreiteiras, de um lado e, José Dirceu e Antonio Palocci, do outro. Estes sim, com inteligência, sagacidade e perspicácia para um esquema desta dimensão.
  • A economia voltará aos trilhos? Não. No 1º semestre, particularmente entre os meses de Março e Junho, ainda veremos mais desemprego, dificuldades com arrecadação e inadimplência generalizada. A construção civil é um dos setores que já se encontra prejudicado e é o que mais deve sofrer neste período. Nesta época surge ainda a tendência inflacionária em razão da elevação dos serviços públicos. Apenas depois das eleições e graças à definição do presidente seguinte é que haverá perspectivas da economia voltar a crescer. Este tema será melhor desenvolvido em um artigo futuro.
  • Como fica a crise ética na política? Até Outubro, ainda teremos de lidar com abusos e absurdos. Porém, neste período, começa-se a se desenhar o cenário para as eleições de 2018. É bastante provável que os candidatos de maior destaque não sejam políticos de carreira. Porém, neste mês, em razão das investigações de corrupção, vários políticos terão de deixar os seus cargos, sendo substituídos por seus suplentes, alguns deles, inexpressivos, o que não quer dizer incapazes. Esta renovação trará um novo perfil, cujas consequências deverão influenciar na corrida presidencial do ano seguinte. Entretanto, em ano de Júpiter em Libra, deve-se esperar muitas tentativas de obter acordos, conversas de bastidores, mimimi que não leva a lugar nenhum. Este é mais um fator de estagnação para o país. Este tema também será melhor desenvolvido em um artigo futuro.

Conclusão

Em resumo, em 2017, lidaremos com os mesmos problemas que enfrentamos no 2º semestre de 2016.

Em nosso país, a curva do desemprego deve se estabilizar, ainda sem uma retomada. A ineficiência ainda será o maior problema. No mundo, também teremos de lidar com as mesmas questões (violência generalizada, terrorismo, diminuição do PIB e da renda per capita). Apesar de não ocorrer nenhum milagre, 2017 será mais tranquilo sob a perspectiva jurídica. Mas ainda não é o ano das soluções e dos resultados.

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342º Sim na Câmara dos Deputados

O primeiro passo para o impedimento da Sra. Presidente acabou de ser dado.

No mapa abaixo, ao centro, encontramos o mapa da Independência do Brasil, que conta com a conjunção entre Júpiter e Lua em Gêmeos (o povo bom, mas que se apequena). Esta conjunção se repete no mapa da aprovação do pedido de impedimento, em Virgem (distando 29′ um do outro), formando uma conjunção com o Sol. Há também uma conjunção da Parte da Fortuna ao Descendente.

Em poucas palavras, trata-se de uma ocasião histórica em que a lei e o desejo popular prevaleceram sobre aqueles que buscam apenas se apropriar do patrimônio da nação. A combinação citada acima forma uma quadratura, indicando que o debate popular apenas está começando. De fato, esta combinação revela a existência de conflitos verbais e disputas, que ainda virão por aí.

Vênus em quadratura ao Ascendente e no Fundo do Céu (dos trânsitos) corresponde ao acompanhamento televisivo, que deixou claro o voto de cada um e pode ter prejudicado o futuro eleitoral de vários deputados.Forma um trígono com Vênus do mapa da Independência: ainda há o que ser feito para que o impedimento de fato ocorra.

Acredito que o encaminhamento ao Senado ocorra com celeridade, embora nesta Casa, não se possa esperar a mesma agilidade que vimos na Câmara dos Deputados (Júpiter se encontra retrógrado).

E com respeito à violência, tanto Saturno como Marte se encontram ambos retrógrados em Sagitário: existirão incidentes isolados. Até meados de junho assistiremos a uma nação sem rumo ou direção justamente em razão da posição destes dois astros.

Trata-se apenas de uma avaliação breve, ainda sem a devida reflexão de outros movimentos e implicações, apenas para registrar as minhas primeiras impressões.

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Manifestações e confrontos

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O mapa da esquerda representa a 1ª conjunção de Marte com o Meio-Céu do Mapa da Independência do Brasil, ocorrida em 10/03/2016, ainda antes das manifestações de 13/03. Esta é uma típica indicação de mudanças no âmbito do governo do país. Saturno em Sagitário corresponde à insistência da Presidente em permanecer à frente de seu mandato.

Tanto Marte como Saturno se encontram à disposição de Júpiter, exilado em Virgem, que forma a 1ª quadratura com Saturno em 23/03/2016 (seus efeitos, entretanto, podem ser sentidos com cerca de duas semanas de antecedência, estendendo-se por igual período após a data acima). Esta quadratura representa a queda de braço entre a Justiça e a Presidente, que tem a sua competência contestada.

Com Marte participando deste enredo e, principalmente por se tratar do Signo de Sagitário, que tem natureza bélica, há um forte clima de animosidade no ar e uma predisposição à violência. Por ocasião da manifestação, graças à disposição de Júpiter sobre Marte, prevaleceu a ideia de que a Justiça poderia mudar os rumos da nação através de um trabalho eficiente e diligente.

Porém, embora Júpiter se encontre exilado, está numa Casa Astrológica angular, o que o torna acidentalmente importante, relevante e significativo, representando um “adversário” ao governo. O Signo em que está pode tranquilamente representar o papel de “limpeza” que a Justiça vem exercendo neste caso.

Gostaria de olhar para adiante e, o mapa seguinte, à esquerda, representa a 2ª conjunção de Marte, agora retrógrado, forma com o Meio Céu do mapa da Independência do Brasil em 22/05/2016. Note que em ambos os mapas ocorre a quadratura entre Júpiter e Saturno. Há diferenças entre as quadraturas de março e maio:

  • 23/03/2016: Júpiter retrógrado com Saturno direto/estacionário, Governo com algum poder de manobra, Justiça se organizando.
  • 26/05/2016: Júpiter direto com Saturno retrógrado, Justiça atuante e Governo se encolhendo.

Note a conjunção de Júpiter sobre o Sol do mapa da Independência do Brasil nas duas ocasiões das conjunções de Marte. Observe ainda a posição da Lua por ocasião da 2ª conjunção de Marte, separando-se de Marte retrógrado e aplicando-se a Saturno. Há uma boa possibilidade de renúncia nestes dias, para tentar conter o aumento da violência nas ruas, o que justificaria a intervenção das Forças Armadas para restabelecer a ordem.

É bom lembrar que, durante todo o período estudado Saturno (governo) estará à disposição de Júpiter (Justiça).

Porém, se ela resistir ao mandato, será destituída nos primeiros dias de agosto.

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Encrenca à vista…

Os ciclos se repetem e normalmente, são indicadores de acontecimentos que se repetem de maneira semelhante.

Encontra-se em formação a quadratura entre Júpiter (Virgem, exilado) e Saturno (Sagitário), onde o primeiro dispõe sobre o segundo. Esta configuração, por si só, não tem o poder de mudar absolutamente nada, mas é um forte indicador de tensão que impele a mudanças de natureza ética e econômica.

O Signo de Sagitário tem uma forte componente belicista, governa a Cavalaria (hoje em dia, com tanques e helicópteros). E neste Signo, também encontramos Marte, este sim, o soldado por excelência. Este astro ficará retrógrado a partir de 17/04, funcionando como um rastilho de pólvora e disparando os eventos de maneira errática e imprevisível. Quando me perguntaram a respeito das manifestações, eu olhava para ainda mais distante, com a visão voltado para a Europa (refugiados) e o Oriente Médio (conflitos armados).
Na verdade, a minha expectativa para os próximos três meses é de catástrofes, incêndios, explosões, atentados… E muitas mortes violentas.

As configurações que vivemos atualmente são semelhantes àquelas vividas entre fevereiro e abril de 1986. Logo no início do ano, ocorreu a quadratura entre Júpiter (Peixes, domiciliado) com Saturno (Sagitário). Marte também transitava em Sagitário e formou uma conjunção com Saturno. Vênus se encontrava perigosamente no Signo de Áries. E Mercúrio ficou retrógrado entre 06 e 30 de março.

São configurações muito semelhantes a que experimentaremos em breve. Porém, há uma componente adicional, uma vez que a quadratura entre Júpiter e Saturno ocorre em duas ocasiões: 23/03/2016, Júpiter retrógrado e Saturno direto/estacionário; e 26/05/2016, com Júpiter direto e Saturno retrógrado. Num primeiro momento, a tensão entre estes dois astros não se apresenta, é contida e represada. Extravasa-se a partir da segunda quadratura.

Marte não formará nenhuma conjunção com Saturno neste momento. É Vênus que faz a ligação entre ambos, o que torna os eventos menos catastróficos, mais pontuais e de menores proporções em relação àqueles ocorridos em 1986. Gostaria de lembrar que, para os Maias, o planeta Vênus representava a deusa da guerra. E é Ptolomeu que afirma em um de seus aforismos que Vênus transitando por Hamal (estrela) resulta em guerra e morte de reis.

A minha expectativa é um aumento de incêndios significativos com mortes e também, um aumento no número de atentados. Como um todo, um período (março a maio de 2016) com mais acidentes e mortes violentas em relação ao mesmo período do ano passado. A retrogradação de Mercúrio em Touro tende a abrandar o alcance dos desastres, ou seja, serão eventos localizados e não grandiosos como os ocorridos no início de 1986.

O diagrama abaixo ilustra os trânsitos de março a maio e as datas em que ocorrem:

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Compare com os desastres e catástrofes ocorridos em 1986. Note que ocorreram num intervalo de quatro meses:

  • 17/01/1986: Incêndio do Edifício Andorinha (Rio de Janeiro).
  • 28/01/1986: Explosão do ônibus espacial Challenger.
  • 31/03/1986: Explosão do Boeing 727 na Cidade do México, matando todos os 168 ocupantes.
  • 05/04/1986: Explosão na Boate La Belle (Berlim), matando duas pessoas e deixando 155 feridos.
  • 26/04/1986: Explosão do reator nuclear de Chernobyl (Ucrânia), 400 vezes mais potente que a Bomba de Hiroshima.

Sendo assim, conclamo que todos aqueles que puderem orar ou realizarem alguma prática que contribua para a maior harmonização da humanidade e das energias de nosso planeta, que não deixe de fazê-lo, para atenuar as consequências das configurações acima listadas.

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Mercúrio retrógrado (Janeiro 2016)

Janeiro costuma ser o mês da ressaca do final do ano. Encerrado o período de festas, volta das férias e você acha que depois de pular sete ondas na praia a sua vida no ano milagrosamente será diferente do que semeou no ano anterior.

As características astrológicas deste mês o tornam chato e arrastado. Dois astros iniciam o seu movimento retrógrado logo nos primeiros dias. Entre 05 e 25/01, Mercúrio estará retrógrado do início de Aquário até a metade de Capricórnio. E, a partir do dia 08/01, será a vez de Júpiter retrogradar em Virgem. A Lua Nova de Capricórnio ocorre em 09/01, data que Vênus formará uma conjunção com Saturno em Sagitário.

Mercúrio ingressa na zona retrógrada em 19/12/2015. Até sair da zona retrógrada, formará três trígonos com Júpiter (ambos diretos, em 25/12; ambos retrógrados, em 15/01; Mercúrio direto, em 06/02). Sai da zona retrógrada em 14/02/2016.

Veja a imagem abaixo para compreender o movimento dos astros durante o período. Marte pouco participa dos trânsitos nesta época.

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Tenho dito que Júpiter em Virgem se encontra associado à pobreza e à falta de trabalho. Representa diminuição da atividade produtiva e a consequente redução do meio circulante. Quando retrógrado, estaremos diante de oportunidades para lidar com estes temas. Entretanto, o que mais chamará a atenção é estarmos colhendo os frutos do que vem ocorrendo quanto a estes temas desde quando ingressou na zona retrógrada, em meados de outubro. Esta retrogradação permite rever métodos de produção, embora possa reduzir margens de lucro. Diz respeito apenas à atividade industrial e ao setor de serviços.

Apresento duas interpretações para a retrogradação de Mercúrio, não excludentes entre si.

Reorganização das grandes redes de varejo, redução dos estoques e das lojas. Diminuição do portofólio de produtos oferecidos. O resultado imediato é a redução de postos de trabalho, dos impostos recolhidos e dinheiro circulando.

  • No Judiciário, revisão de processos relevantes em razão de fatos novos surgidos nos últimos dias de 2015. Não há consenso entre os juízes designados para formular pareceres importantes ou de destaque. De maneira indireta, poderemos nos deparar com declarações de juízes que interferem em outras áreas e causam algum mal estar.
  • Na vida pessoal, a época da retrogradação de Mercúrio é indicada para buscar alternativas de renda através de atividades individuais ou empreendedoras.

A conjunção de Vênus com Saturno e a Lunação em 09/01 reforçam as indicações acima. Júpiter permanecerá retrógrado até o início de maio. Em 14/02/2016, após o Carnaval, Mercúrio sairá da zona retrógrada, pronto para contar outras estórias.

 

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