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Superpopulação… mas faltam super heróis…

Vimos a população do planeta atingir a cifra de 7 bilhões de habitantes, embora com alarmantes níveis de desigualdades sociais.

Sustentabilidade voltou a ser uma palavra da moda: a nossa Terra aguenta toda essa quantidade de gente consumindo o planeta? Fala-se de reduzir o consumo, em produzir com energias limpas e reciclar mais… mas você sabia que um cafézinho requer 120 litros de água? Eu não sabia…

Em março de 2011, Urano e Saturno formaram uma oposição entre si, iniciando a segunda metade de um ciclo que começou em 1988, nos últimos graus de Sagitário e se encerra em 2032, nos últimos graus de Gêmeos.

1988 foi ano em que atual Constituição foi promulgada. No ano seguinte, cerca de 2 milhões de nativos de Estônia, Letônia e Lituânia se deram as mãos, formando uma cadeia de 600 km, buscando paz e independência da antiga URSS. Este período marca também o fortalecimento dos cartéis das drogas e também, do aumento do processo de favelização (no Brasil e no mundo). Começa a crise do desemprego. Há falta de dinheiro para financiamentos e créditos.  Os problemas se alastraram rapidamente e podem ser considerados a fagulha para aqueles que enfrentamos hoje em dia.

Com a oposição, há uma certa consciência global com respeito aos recursos do planeta e de que estamos nos limites de fazer algo pela manutenção de nosso planeta ou de prejudicar definitivamente a qualidade de vida de nossos filhos, netos e descendentes.  No entanto, existe um fator complicador, pois vivemos novamente uma crise econômica. Sobre este assunto, recomendo a leitura do artigo Analogias da Crise.

Considerando apenas os movimentos destes dois astros, não é possível visualizar um cenário otimista. Saturno ingressa no signo de Escorpião, indicando a necessidade de maior comprometimento e envolvimento do setor industrial junto ao setor financeiro, numa relação de cumplicidade, parceria e, acima de tudo, de confiança. permanecerá em Escorpião até o final de 2014.

Com respeito a Urano, a tendência é de um progresso elitizado e individualista. Embora este astro possa igualmente representar tecnologias pioneiras e inovadoras enquanto permanecer em Áries. Em 2018, ingressa em Touro e talvez possamos ter soluções com respeito à crise econômica, mais por necessidade do que por boa vontade. Saturno estará em Capricórnio e por isso, podemos esperar por mais interesse da parte da indústria e do comércio.

O nosso planeta não pode esperar… Há muita gente passando fome e qualquer política de sustentabilidade precisa levar em conta este vetor. Mas enfrentamos outro problema, em esfera global: faltam líderes, faltam super heróis capazes de polarizar as atenções para soluções reais e salvadoras. Existem, é verdade, alguns super heróis anônimos (ou não tão conhecidos). Neste sentido, vale a pena o que escreveu Stephen Kanitz no artigo Fazendo a Diferença.

Sim, já ingressamos numa nova era geológica: o Antropoceno, em que a humanidade é responsável pelas mudanças geológicas e climáticas do planeta.

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Olhar para o céu

Ganhamos o direito do Livre-Arbítrio na mesma época em que a Terra deixou de ocupar o centro do Universo. Paradoxalmente, ao destronar o planeta de sua posição importante, também destronamos os deuses de seu papel relevante. Iluminismo, Positivismo e Revolução Industrial forjaram o pensamento ocidental e, seu filho mais querido, o monetarismo.

O céu passou a ser um conjunto de engrenagens que se moviam segundo princípios mecânicos. Há uma mudança de paradigma na passagem de Kepler para Newton. Onde o primeiro via harmonia, beleza e desígnios divinos, o segundo encontrava lógica e precisão (embora fosse um místico).

As cidades cresceram, especialmente para cima e qualquer semelhança com Babel não é apenas coincidência. O fato é que não olhamos mais para o céu. Você poderá me dizer que não o faz porque há luz demais. Mas tenho certeza que se maravilha quando vai à praia ou ao campo, fitando uma noite pontilhada de estrelas.

O papel das estrelas é muito maior do que a Ciência consegue perceber ou imaginar. Os antigos transformaram o céu na morada dos deuses. Em todas as culturas e povos, além de marcar o tempo, as estrelas e constelações marcavam também as suas referências culturais, as tradições e origens.

Sob esta perspectiva, o céu é a morada dos mitos, dos arquétipos e dos deuses. Olhar para o céu é entrar em sintonia com estas vibrações e, uma vez que viemos do pó das estrelas, com as nossas próprias origens.

Nas grandes metrópoles, não se vê mais o horizonte. Ver o horizonte é ter perspectivas, alcance, alternativas, possibilidades. O horizonte é a fronteira entre a terra e o Céu. E não ver o céu significa perder a ligação com o divino. Acredito que muito do que acontece ao nosso planeta se dá por conta da perda de conexão com o divino, uma vez que cada um vive em trono de si mesmo, num mundo virtual de avatares e perfis na internet.

As estrelas são as indicações mais precisas dos mitos e heróis que devem ser perseguidos. Há uma estrela para cada um de nós. Você já encontrou a sua?

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Onde está a sua estrela?

Olhe bem para o seu mapa astrológico e observe uma linha mais escura, destacada, que aponta para a parte superior, para um par de letras, um código denominado MC. Corresponde exatamente ao Mio-Céu ou Medium Coeli, em latim.

Astronomicamente, é o Zênite. Onde fica esse tal de Zênite? O que é? Se você estiver de pé, corresponde a um ponto no céu exatamente acima de sua cabeça, que fica no prolongamento da linha que parte do centro da Terra, passa por sua coluna, atravessa o cérebro (misteriosamente passando pela glândula pineal) e indo alcançar o céu.

Tecnicamente, corresponde à imagem que você deseja projetar em seu meio social, a reputação que pretende construir ao longo de sua vida e, muito provavelmente, à sua carreira.

No entanto, é muito mais do que isso pois, quando você se prepara para vir para este mundo, para uma nova encarnação, O Meio-Céu é justamente onde você coloca a sua energia para elaborar um plano ou projeto, uma espécie de programa para a vida em curso.

É também por onde você inicia o processo de encarnação, que ocorre primeiramente no útero da mãe, vindo a aflorar, por ocasião do nascimento, no Ascendente.

O tal do Meio-Céu, por seu significado, é onde você poderá encontrar a razão pela qual se encontra encarnado. Corresponde ao seu mito pessoal e tudo o que você fizer por ou através dele, leva a tornar-se uma espécie de herói.

De certa forma, é como se você estivesse restabelecendo a ligação entre a Terra e o Céu, através de você (via sistema nervoso, na coluna e, da glândula pineal).

Portanto, se você estiver em busca de seu mito pessoal, para acordar o seu herói interior e viver mais plenamente, um dos caminhos mais rápidos é obter o seu mapa astrológico antes de seguir pelos próximos passos.

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