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O fim da República?

Assim como você, também tive acesso à notícia da delação envolvendo nosso atual presidente, Michel Temer e um ex-candidato à presidência, Senador Aécio Neves. É impossível não ficar estarrecido diante da gravidade do que nos é apresentado por intermédio dos noticiários. Por esta razão, para preservar a isenção e a imparcialidade, optei por estudar os mapas astrológicos correspondentes no dia seguinte.

A primeira impressão, após uma análise minuciosa, é o abalo sofrido pela identidade e imagem do país. A repercussão na imprensa estrangeira foi imediata e, entre nós, misturam-se assombro, indignação e falta de perspectivas. Fala-se de novas eleições, contrariando o que prescreve a Constituição de 1988. Hoje, vieram-me à lembrança as palavras de meu avô, que dizia que bastavam um único artigo: “Todo brasileiro deve ter vergonha na cara. Revogam-se todas as disposições em contrário”. Chamava aos parlamentares de “Assembléia prostituinte“.

Com esta palavras em mente, resolvi investigar dar outro rumo às minhas investigações astrológicas e incluir o mapa da promulgação da Constituição de 1988. Ao fazê-lo, minhas suspeitas se confirmaram. As notícias da época deram ênfase aos aspectos sociais da nova Constituição. Porém, como dependia de regulamentação em vários aspectos, permitiu diversas brechas jurídicas, propiciando o surgimento da promiscuidade entre os três Poderes e o meio empresarial através do sistema eleitoral.

Em outras palavras, apesar de aparentemente minuciosa e abrangente, de fato, a Constituinte foi promulgada incompleta, a ponto de existirem diversas emendas. Com respeito às eleições, acabaram dando vantagem a quem obtivesse mais exposição nos meios de comunicação e não necessariamente que estivesse melhor preparado para exercer a função a qual se candidatava ou ainda (e principalmente), tivesse um plano de governo (cargos executivos) ou uma proposta a ser defendida (cargos legislativos). O resultado é conhecido, transformando os Poderes da República em balcões de negócio.

Sem dúvida, é preciso apurar minuciosamente os fatos, responsabilizar aqueles que cometeram delitos. Entretanto, é preciso olhar um pouco além percebendo que o atual sistema eletivo não tem representatividade. Trata-se de um fenômeno mundial, que no Brasil, resultou no desvio de enormes recursos públicos para fins particulares, quando o mandato é, de fato, público e não pessoal.

O clipe abaixo contém a avaliação astrológica a partir dos mapas da Independência do Brasil, Eclipse Solar de 26/02/2017 e a hora (aproximada) em que a notícia veio a público através do plantão do Jornal Nacional.

Conclusão

Uma análise preliminar dos mapas acima aponta que a notícia do envolvimento de Michel Temer e Aécio Neves são apenas a ponta do iceberg de mudanças há muito esperadas nos rumos da condução da política em nosso país. Estas não virão de imediato, mas ocorrerão a partir de outubro e dezembro de 2017, estendendo-se ao longo de 2018, ano eleitoral.

As configurações que incluem Vênus, em todos os mapas, inferem a importância das mulheres neste momento vivido pelo Brasil, especialmente através de uma maior participação não apenas no mercado de trabalho, mas também, nas decisões dos destinos da economia. Acredito que são um mercado consumidor respeitável (em São Paulo, o número de mulheres que adquire imóveis ou veículos ou ainda, inicia novos empreendimentos, é considerável e superior ao dos homens).

Por fim, a análise destes mapas não permite indicar a renúncia ou impedimento de Michel Temer. Para este fim, outros mapas terão de ser investigados.

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Mudança de comando: Dilma – Temer

Como já foi observado, após a posse de Michel Temer como presidente interino, não houve mudanças perceptíveis no cotidiano das pessoas comuns. É o que está ilustrado abaixo.

dilma_temer

O mapa interno é o do Brasil; o exterior, os trânsitos atuais representando os problemas atravessados pelo país. O mapa intermediário representa a presidente afastada Dilma Rousseff  e o presidente interino Michel Temer (à esquerda e á direita, respectivamente.

É como se um navio (Brasil) tivesse trocado de comandante (presidente) em meio a uma forte tempestade: a tempestade enfrentada por ambos a partir do mesmo navio será a mesma, o que muda é a gestão de um e de outro perante a crise (tempestade).

Cumpre ressaltar que paira incerteza quanto ao horário correto do nascimento de Dilma Rousseff. Porém, não há dúvidas de que o Marte de seu mapa se encontra no Descendente do mapa do Brasil e representa toda a animosidade que conquistou recentemente.

Em contrapartida, Michel Temer tem Marte transitando igualmente em Virgem, formando conjunção com Mercúrio do mapa do Brasil, indicando que, além de não ser consenso, também se verá diante de reações contrárias em razão de medidas impopulares que serão tomadas (algumas já o foram).

Contudo, especialmente a Lua de Michel Temer (em conjunção com o Meio-Céu) sugere um voto de confiança de parte da população, que confiará “desconfiando”.

Michel Temer é citado no processo de impedimento que tramita no TSE, o que está representado pelo trânsito de Júpiter que, brevemente, formará conjunção com Marte e o Sol de seu mapa.

Tomando-se os dois mapas (Dilma e Michel), vale ressaltar os pontos abaixo:

  • Dilma: Conjunção Saturno-Júpiter e quadratura Júpiter-Júpiter, apontam as dificuldades que resultaram em seu impedimento.
  • Michel: Sextil Marte-Sol, desafiador, indicando a colaboração de “amigos” para a solução dos problemas enfrentados pelo país. Terá um período crítico ao final de agosto, estendendo-se aos primeiros dias de setembro, época em que deve lançar as principais medidas de ajuste fiscal. O cenário jurídico no qual se encontra inserido (incluindo-se o julgamento de Dilma Youssef no Senado) deve estar encaminhado nesta época. Agosto é o mês a ser superado.

Na verdade, o que realmente muda é a gestão da crise-tempestade, como apontado acima. E neste sentido, contrastam o modo centralizador de Dilma com a política conciliadora de Michel. Portanto, o presidente interino tem procurado se cercar de pessoas com as quais possa contar, em suas respectivas áreas, uma vez ele já declarou que não há margem para tentativas ou erros.

Eu já havia apontado em artigo anterior que o caminho para a solução da crise econômica passa pelo entendimento entre a indústria e os bancos, entre quem produz capital e quem o movimenta. Este desenho se torna mais claro com a participação de Michel Temer do que com Dilma Rousseff em razão do perfil pessoal de cada um.

Resta a pergunta: será bem sucedido? A minha resposta é sim, evitando o colapso, mas não participando da recuperação; embora os resultados sensíveis serão notados apenas a partir de 2017.

E se Dilma estivesse na presidência? Ela não tem o perfil necessário (conciliador) para se cercar de pessoas que efetivamente colaborem na gestão dos problemas.

Resta ainda uma questão, sobre a investigação conduzida pelo juiz Sérgio Moro, conhecida como Operação Lava Jato: astrologicamente, ela não será interrompida e fatalmente alcançará outros nomes importantes antes de ser considerada concluída. Acredito que a reta final desta investigação ocorrerá a partir de Março de 2018.

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O hábil Michel Temer

Com a recomendação da Comissão do Senado de seguir com o processo de impedimento da Presidente Dilma, parece realmente óbvio que o vice-presidente Michel Temer venha a assumir a Presidência do país em breve.

Antes de escrever estas linhas, li sua biografia na Wikipedia. Visivelmente, trata-se de um político hábil e ambíguo. Da biografia acima, destaco uma passagem que reflete com clareza o problema que sempre representou para Dilma Roussef:

Ao chamar a atenção para um potencial problema da união PT-PMDB em um futuro governo, o historiador Luiz Felipe de Alencastro disse: “Uma presidenciável desprovida de voo próprio na esfera nacional, sem nunca ter tido um voto na vida, estará coligada a um vice que maneja todas as alavancas do Congresso e da máquina partidária peemedebista.”

O atual momento político vivido pelo país desde o início de dezembro de 2015 reflete a frase acima e o poder de articulação do vice-presidente, a liderança que exerce sobre o PMDB, seus amigos de vários anos, bem como, suas alianças.

O diagrama abaixo contém o mapa astrológico de Michel Temer ao redor do mapa astrológico do Brasil. As diversas e importantes conjunções entre os dois temas apontam indiscutivelmente a relação existente entre os rumos e destinos de ambos, ou seja, Michel Temer tem a sua vida associada ao país.

temer_brasil

A conjunção entre Vênus dos dois mapas aponta sua capacidade de articulação junto ao meio empresarial bem como, a credibilidade que dispõe para fazer funcionar a relação “indústria e comércio”. Esta característica é reforçada pela posição de Marte em seu mapa, em Virgem e na Casa I.

Michel Temer possui a conjunção entre Júpiter e Saturno em Touro, formando uma conjunção com Saturno do mapa do Brasil. Esta combinação sugere uma reorganização das contas públicas, seguindo padrões tradicionais, afasta qualquer tipo de desvario. Ao contrário, sugere que a cartilha econômica seguida por Michel Temer será conservadora e óbvia.

Marte, que citei acima, forma uma conjunção com Mercúrio, regente do Sol, todos em Virgem. Mercúrio governa ainda a conjunção existente entre Júpiter e Lua, no mapa do Brasil. Considerando que a Lua de Michel Temer se encontra a pouco menos de 2° de seu Meio-Céu, a expectativa é que, ao assumir, adote um discurso mais inflamado, pragmático e eficiente ao anunciar as primeiras medidas para conter a crise que tanto tem atingido a população e a classe trabalhadora.

Entretanto, não podemos esquecer que Michel Temer é articulador hábil e a sua principal “arma” será governar com amigos em quem confia, podendo, graças às suas relações e credibilidade, montar o tal do “gabinete de notáveis”.

Para finalizar este primeiro artigo a respeito do vice-presidente, que apesar de ser filiado ao PMDB desde 1981, mantém ótimas relações com o PSDB através dos amigos José Serra, FHC e Mário Covas (falecido em 2001). E como diz o ditado: “Quem tem amigo, não morre pagão…

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342º Sim na Câmara dos Deputados

O primeiro passo para o impedimento da Sra. Presidente acabou de ser dado.

No mapa abaixo, ao centro, encontramos o mapa da Independência do Brasil, que conta com a conjunção entre Júpiter e Lua em Gêmeos (o povo bom, mas que se apequena). Esta conjunção se repete no mapa da aprovação do pedido de impedimento, em Virgem (distando 29′ um do outro), formando uma conjunção com o Sol. Há também uma conjunção da Parte da Fortuna ao Descendente.

Em poucas palavras, trata-se de uma ocasião histórica em que a lei e o desejo popular prevaleceram sobre aqueles que buscam apenas se apropriar do patrimônio da nação. A combinação citada acima forma uma quadratura, indicando que o debate popular apenas está começando. De fato, esta combinação revela a existência de conflitos verbais e disputas, que ainda virão por aí.

Vênus em quadratura ao Ascendente e no Fundo do Céu (dos trânsitos) corresponde ao acompanhamento televisivo, que deixou claro o voto de cada um e pode ter prejudicado o futuro eleitoral de vários deputados.Forma um trígono com Vênus do mapa da Independência: ainda há o que ser feito para que o impedimento de fato ocorra.

Acredito que o encaminhamento ao Senado ocorra com celeridade, embora nesta Casa, não se possa esperar a mesma agilidade que vimos na Câmara dos Deputados (Júpiter se encontra retrógrado).

E com respeito à violência, tanto Saturno como Marte se encontram ambos retrógrados em Sagitário: existirão incidentes isolados. Até meados de junho assistiremos a uma nação sem rumo ou direção justamente em razão da posição destes dois astros.

Trata-se apenas de uma avaliação breve, ainda sem a devida reflexão de outros movimentos e implicações, apenas para registrar as minhas primeiras impressões.

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No país do jeitinho…

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A discussão política às vésperas de uma nova eleição, desde que saudável e promovendo um bom debate, é sempre bem vinda.

Mas confesso que tenho estado apreensivo com uma configuração que ocorrerá logo após a posse: Saturno transitará o Meio-Céu do mapa da Independência do Brasil na primeira quinzena de Janeiro.

No mapa de origem, Saturno se encontra em Touro e em oposição a Marte e numa quadratura a Vênus em Leão, onde transita Júpiter.

As primeiras ideias que me vem à mente são as dificuldades em escoar a produção agrícola e industrial do país, possivelmente em razão da crise econômica mundial. Há um impasse global e excluindo uma pouquíssimas economias, os números do PIB pelo mundo tem andado inexpressivos, assim como o nosso “pibinho”. Assim, o primeiro e mais importante desafio para o próximo governo será reequilibrar a balança comercial. O Brasil é um país exportador de commodities, cujos valores de mercado são baixos. E não dispõe de uma indústria capaz de oferecer preços competitivos em produtos industrializados de alto valor agregado.

Por esta razão, a força da economia nacional se focou no mercado interno.  Contudo, Saturno igualmente forma uma oposição com Júpiter do Mapa da Independência, sugerindo também falta de meio circulante (dinheiro) durante este período. Se as classes sociais que costumam movimentar a economia deixarem de fazê-lo em razão do seu endividamento ao longo de 2013 e 2014, deixa de existir a espinha dorsal da economia no Brasil.

Normalmente, a saída acaba sendo o empreendedorismo individual, nas atividades de serviços. Mas esta oposição entre Saturno e Júpiter representa também um bloqueio a esses indivíduos, incluindo-se aqui até os que não se encontram na formalidade, como pintores, pedreiros, pipoqueiros…

Em 15/01/2015, há uma quadratura entre Marte e Saturno, diretamente associada à conjunção ocorrida em 25/08/2014. Há apenas duas possibilidades: um plano deliberadamente bem planejado, que contemple o conjunto da nação e não apenas a economia ou, um caótico e confuso remendo que mal servirá para cobrir o rombo.

É lógico que se espera austeridade de um trânsito de Saturno no Meio-Céu que, inclusive se repete posteriormente: retrógrado em Maio (com uma oposição de Marte) e direto no princípio de Outubro. Nesta época estará se cogitando uma reforma política (outra vez…).

O início do mandato do próximo presidente ou presidenta enfrentará problemas graves e que só serão equacionados com pragmatismo, determinação e austeridade. Por sinal, esta é a atitude adotada pela CE.

Nota: Mapa da Independência tomado para 16:53, a partir de pesquisa realizada pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, por ocasião do Sesquicentenário.

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