O que são AstroCartografia e AstroLocalização?

Astrolocalização e Astrocartografia são técnicas astrológicas recentes e ainda pouco conhecidas do público em geral. Surgiram na década de 80 com o objetivo de dar uma aparência mais científica à Astrologia Mundial. Ou ainda, para oferecer uma visão diferenciada do mapa astrológico.

Na Astrolocalização, os astros são dispostos no plano do Horizonte em razão de seus Azimutes (direções). O resultado é um diagrama que, a partir do centro, apresenta as direções que os astros ocupam no gráfico astrológico, independente de estarem acima ou abaixo do horizonte. Normalmente, toma-se como centro a cidade em que o nativo se encontra. Mas também pode-se usar seu local de residência ou até a planta de um imóvel.

Cada linha representa a direção em que as atividades governadas pelo astro melhor se manifestam, sempre tomadas a partir de sua interpretação no mapa natal. O alcance útil deste mapa é de cerca de 200 km. Além disso, é recomendável recalcular o mapa de Astrolocalização.

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A Astrocartografia já é mais apropriada para os casos em que o nativo pretende ir para exterior, seja a trabalho, negócios, estudos ou mesmo a passeio. As localidades atravessadas pelas linhas de cada astro correspondem às regiões do globo onde as suas características e natureza manifestar-se-ão com maior intensidade, sempre de acordo com a interpretação encontrada no mapa natal.

Cada astro gera quatro linhas que correspondem ao seu Ascendente, Descendente, Zênite e Nadir. Estas linhas são primeiramente projetadas num Mapa Mundi, antes de detalhar para um mapa de uma região ou país. Diz-se que cada uma destas linhas contém as atribuições energéticas do astro, o que possibilitaria destacá-lo à medida que o nativo a percorresse. Visto assim, seria possível dar maior ou menor visibilidade a um ou outro astro do mapa natal, conforme o objetivo. O nativo poderia ser mais feliz, melhor sucedido ou até mais saudável em qualquer outra localidade apontada pelas linhas astrocartográficas. Existe inclusive uma hipótese de que pessoas que viessem destas linhas trariam também os mesmo benefícios.

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A técnica da Astrocartografia permite ainda traçar outras linhas, denominadas Parans, que são o cruzamento das declinações dos astros com as linhas acima (tem interpretação semelhante aos aspectos).

Eventualmente, pode-se ainda tomar os cruzamentos entre as linhas astrocartográficas e os azimutes. Ou ainda, traçar os aspectos aos Ângulos.

Convém lembrar que o nativo “carrega” o seu mapa natal para onde for. Mesmo pressupondo o método da relocação, suas características de nascimento irão se manter, qualquer que seja o seu destino. Assim, se Júpiter estiver debilitado, suas linhas terão a força e a intensidade proporcionais à sua debilidade. Os resultados esperados ao percorrer uma linha de Júpiter nunca serão diferentes daqueles sugeridos no mapa natal.

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  1. #1 by Zir on 27 de Fevereiro de 2014 - 9:19

    Obrigado por compartilhar! Gostaria de saber se existe alguma ressalva ou mudança de cálculo se usarmos como Mapa Mundi a projeção de Peters ao invés da projeção de Mercator.

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    • #2 by Henrique on 27 de Fevereiro de 2014 - 9:58

      Caro Zir

      Tanto faz a projeção adotada, mudará apenas o formato das linhas, mas terão o mesmo significado.
      A projeção de Peters é a que melhor se aproxima de uma correta representação dos continentes.

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