Cosmograma – Simetria Axial

Há cinco eixos atuando no Zodíaco:

  • Eixo dos Solstícios, que compreende o grau zero dos Signos de Áries e Libra.
  • Eixo dos Equinócios, que compreende o grau zero dos Signos de Câncer e Capricórnio.
  • Eixo do Horizonte, que compreende o Ascendente e o Descendente.
  • Eixo do Meridiano, que compreende o Meio-Céu e o Fundo do Céu.
  • Eixo Nodal, que compreende os Nodos Lunares Norte e Sul.

Zodiaco

Cada um dos eixos acima divide o Zodíaco em duas regiões simétricas entre si.  Ebertin classifica como pontos sensíveis o Ascendente, o Meio Céu e o Nodo Norte, distinguindo dos Astros, que são físicos. Witte inclui ainda o Ponto Vernal. Witte e Ebertin desconsideram completamente qualquer sistema de Casas Astrológicas bem como as suas divisões. De qualquer forma, não há nenhum sentido em representá-las no Cosmograma.

Particularmente, tenho as minhas dúvidas se Ebertin não considerava, mesmo que de maneira subjetiva, as posições dos Astros por Signo e Casa, uma vez que estes dois últimos fatores interpretativos são inclusive ordenados de 0001 a 0012 (The Combination of Stellar Influences). Neste livro, comete o equívoco de equiparar interpretativamente Casa e Signo, usando o princípio da analogia, utilizado em Astrologia Contemporânea.

Uma vez que a fonte primária da Astrologia Simétrica é o Tetrabiblos, de Ptolomeu e que seus fundamentos se encontram na Astrologia Árabe praticada entre os séculos V e VIII, cumpre distinguir o papel interpretativo de Signo e Casa:

  • Signo: Indica qualidades. Tem como princípio as qualidades primitivas.
  • Casa: Indica local. Tem como princípio a trajetória aparente do Sol durante um dia.

Um Astro que ocupe uma Casa manifestar-se-á numa determinada esfera da vida do nativo, modulado pela natureza do Signo que ocupa. Para Ebertin, o significado das Casas é arbitrário. Porém, tem razão quanto aos vários métodos de dividir o movimento diurno: conforme se altera o sistema de Casas (o princípio de divisão do céu, plano de referência, etc), alteram-se as cúspides das casas intermediárias (Casas III, II, XII, XI e suas opostas).

Os eixos mencionados derivam do movimento aparente do Sol. No Zodíaco, corresponde ao ano. O Ascendente e o Meio-Céu são correspondem respectivamente ao nascer e à culminação diária. O eixo nodal corresponde ao cruzamento dos planos orbitais dos luminares. Dane Rudhyar é contemporâneo de Reinhold Ebertin. Sua prática da Astrologia perseguiu a harmonia, seja entre os Astros como no Zodíaco. Escreveu o livro “Ciclo de Lunações” em que estende e amplia a interpretação da Lua e dos Nodos Lunares desenvolvida por Ptolomeu, em Tetrabiblos. Ambos buscaram suas referências nas mesmas fontes tradicionais. Enquanto Rudhyar inaugura a Astrologia Contemporânea como a conhecemos hoje em dia, Ebertin oferece uma maneira (aparentemente) científica, extremamente útil para fins estatísticos.

Detalhando os cinco eixos que atuam no Zodíaco:

  • Eixo dos Solstícios divide o Zodíaco em duas regiões cuja propriedade é que os pontos simétricos equidistantes de Áries ou Libra partilham a mesma declinação do Sol, com sinais contrários (contra-antíscia). O conceito de contra-antíscia é antipatia.
  • Eixo dos Equinócios divide o Zodíaco em duas regiões cuja propriedade é que os pontos simétricos equidistantes de Câncer ou Capricórnio partilham a mesma declinação do Sol (antíscia). O conceito de antíscia é simpatia.
  • Eixo do Horizonte divide o Espaço Local em duas regiões cuja propriedade é que os pontos simétricos equidistantes do Horizonte Leste ou Oeste partilham a mesma altura do Sol (acima e abaixo do horizonte, sinais contrários).
  • Eixo do Meridiano divide o Espaço Local em duas regiões cuja propriedade é que os pontos simétricos equidistantes do Zênite ou Nadir partilham a mesma altura do Sol.
  • De uma perspectiva astronômica, o Eixo Nodal não tem nenhuma simetria específica, uma vez que até mesmo sua inclinação é variável (oscila entre 5° e 5,3°).

O conceito de antíscia e contra-antíscia é pouco compreendido atualmente. A antíscia relaciona simetricamente as Estações do Ano quentes entre si, fazendo o mesmo com as Estações do Ano frias. A contra-antíscia relaciona entre si Estações do Ano opostas, ou seja, Verão com Outono e Inverno com Primavera. De certa forma, correspondem a pontos médios partindo ou dos pontos solsticiais ou equinociais.

Como as relações acima decorrem da insolação, há uma condição energética que atua sobre todo o planeta de maneira contínua e ininterrupta. Ptolomeu e Lilly tem uma explicação bastante complexa para ambas a antíscia e a contra-antíscia. Porém, se compreendermos que se tratam de relações de energia, seu entendimento se torna mais óbvio e lógico.

Quando representamos os eixos acima num dial de 90°, perdemos algumas das referências pois:

  • O Ponto Vernal (00° de Áries) representará os Eixos Solsticial e Equinocial.
  • O Ascendente representará também ao Descendente.
  • O Meio-Céu representará também o Fundo do Céu.
  • O Nodo Norte representará também o Nodo Sul.

O que nos remete a quatro pontos sensíveis. Há perda de representatividade no caso dos Eixos Solsticial e Equinocial; mas não há nenhuma perda com respeito aos demais eixos.

Sob a perspectiva da Astrologia Tradicional, apenas astros formam aspectos. Os demais pontos apenas recebem. Isso implica que não faz sentido indicar um ponto médio entre Ascendente e Meio-Céu, por exemplo. Entretanto, qualquer um dos pontos acima, resultantes dos eixos, podem estar na órbita de um ponto médio resultante de dois outros astros.

A Astrologia Contemporânea não faz esta distinção. Witte e Ebertin incorrem no mesmo erro. Assim, embora os conceituem como pontos sensíveis, também podem ser formadores de figuras planetárias.

Conclusão:

Podemos afirmar que existem cinco eixos de simetria:

  • 02 associados ao Zodíaco.
  • 02 associados ao Espaço Local.
  • 01 associado à relação soli-lunar.

Num gráfico astrológico, as duas primeiras resultam numa relação espaço-temporal, reunindo uma certa data/hora e as coordenadas geográficas do nativo num único resultado. Num dial de 90°, serão representados por três pontos sensíveis (Áries, Ascendente e Meio-Céu).

Já o Eixo dos Nodos tem uma caracterização mais sutil, pois é derivado do cruzamento do plano de duas órbitas.

Uma vez que são pontos sensíveis e absolutamente particulares, qualquer figura planetária que estiver em suas órbitas (dos eixos) deve ser considerada importante e, de certa forma, associada a crises e/ou mudanças significativas.

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Cosmograma e Simetria – Estudo inicial

O termo Astrologia Simétrica sempre foi instigante para mim. No Brasil, era praticada exclusivamente por Hanna Opitz. Essencialmente, deriva da Cosmobiologia, que tem como um dos ramos a Astrologia Uraniana. Embora difundida na Europa e especialmente na Alemanha através da Escola de Hamburgo, é praticamente desconhecida em nosso país.

A Astrologia Uraniana desenvolveu-se a partir dos estudos de Alfred Witte, que inseriu oito planetas hipotéticos. A Cosmobiologia foi criada por Reinhold Ebertin que, além de retirar os planetas hipotéticos de Witte voltou seus estudos para a saúde e o desenvolvimento psicológico.

As pesquisas dos dois autores partiram da Astrologia praticada pelos árabes e gregos na Escola de Alexandria, fixando-se nos conceitos que consideraram fundamentais. Ambos se preocuparam em atualizar a Astrologia para um modo de pensar mais apropriado ao século XX. Desta maneira, é bem provável que tenham deixado de lado os autores medievais, já que, em muitos casos, mostram desconhecimento dos fundamentos da Astrologia.

Existem apenas três fontes de referência disponíveis facilmente no mercado:

  • Cosmobiology for the 21st Century, de Eleanora Kimmel.
  • Midpoints, Unleashing the Power of the Planets, de Michael Munkasey.
  • The Combination of Stellar Influences, de Reinhold Ebertin.

O estudo dos livros acima nos leva a crer que a Astrologia Uraniana e a Cosmobiologia são apenas pontos médios, codificados nos livros de Ebertin e Munkasey. Para aprofundar os pontos médios e compreender os conceitos por trás das harmônicas recomendo ainda:

  • Horoscope Symbols, de Robert Hand.
  • Harmonics in Astrology, de John Addey.

Com estes títulos à disposição, você estará pronto para começar a sua jornada. Entretanto, nenhum dos autores acima leva a uma Astrologia que se referencie na simetria. A propósito, o conceito de simetria era largamente utilizado pelos astrólogos árabes e gregos, não se tratando de uma ideia nova.

Há duas definições para simetria:

  1. Conformidade, em medida, forma e posição relativa, entre as partes dispostas em cada lado de uma linha divisória, um plano médio, um centro ou um eixo.
  2. Semelhança entre duas ou mais situações ou fenômenos; correspondência.

As duas se aplicam aos objetivos da interpretação astrológica, seja para determinar uma situação individual como para precisar uma ocorrência. A ideia da simetria é ainda mais interessante quando se avalia a expansão e o desenvolvimento da consciência que, sob uma perspectiva mística, ocorre através do equilíbrio dinâmico dos opostos (também denominado autocontrole).

De maneira absolutamente simplista, são características da Astrologia Uraniana e da Cosmobiologia:

  • Pontos Médios.
  • Harmônicas.
  • Emprego do Dial.

Os pontos médios também são denominados “half-sum”. São relações entre três astros,  descritos de forma algébrica. As partes árabes (que de fato são gregas) são pontos médios.

As harmônicas nada mais são que os aspectos agrupados dentro de certas características. A harmônica mais empregada é H4 (o círculo dividido em quatro seções de 90°). Sua propriedade é que oposições, quadraturas e conjunções são representadas como conjunções e, oposições correspondem a semi ou sesquiquadraturas. Estes aspectos, considerados difíceis, são associados à ocorrência de eventos e/ou mudanças. Os astrólogos-astrônomos árabes discutiam os aspectos utilizando o conceito de raios: diziam haver 360 raios partindo de cada Astro, sendo cinco os mais relevantes.

O gráfico astrológico é representado por meio do dial. Geralmente, um círculo onde está representado o H4, tendo como propriedade agrupar os signos astrológicos por seu modo e que passa a ser denominado Cosmograma

Pelo acima descrito, as casas astrológicas perdem relevância. Apenas o Ascendente e o Meio-Céu são representados no Cosmograma. Ebertin questionava os diversos sistemas de casas existentes, mantendo entretanto o Ascendente e o Meio-Céu pois são os mesmos em qualquer sistema de casas quadrantes. Extinguiu assim uma polêmica que dura séculos.

Eleanora Kimmel vai além, ao questionar se Ptolomeu compreendeu o que eram as casas astrológicas. A autora incorre em grave erro ao questionar o emprego das casas, já que estas representam o movimento diurno (a Terra girando em torno de seu próprio eixo). Ebertin, com respeito às casas, promove o princípio das analogias, tão em voga a partir do envolvimento da Sociedade Teosófica com uma Astrologia absolutamente deformada nos dois séculos anteriores. Este autor, entretanto, embora não faça nenhuma menção direta a como as emprega, não as extingue.

fortuna

Encontramos simetria especialmente nas partes astrológicas. As principais partes são espelhadas, como é o caso da Parte da Fortuna e da Parte do Espírito, ambas tendo o Ascendente como ponto médio. As partes árabes surgiram antes da interpretação das doze casas estar consolidado, algo que ocorreu apenas em torno do século XVII. Estas divergências podem ter contribuído para que Ebertin as descartasse.

A primeira conclusão a qual cheguei é que tanto a Astrologia Uraniana como a Cosmobiologia se tratam, de fato, de uma atualização da Astrologia praticada pelos árabes entre os séculos V e VIII, com a inclusão de outros elementos para lhes dar um viés científico. Ou seja, vale a pena aprofundar o seu estudo e compreensão.

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Incêndio na Catedral de Notre Dame

É sempre muito fácil escrever depois que o fato tenha ocorrido, no mínimo, porque se tem um gráfico astrológico de ponto de partida. Depois de tamanha tragédia, só nos resta olhar em retrospectiva e humildemente avaliar a nossa pequenez em não compreender os sinais do céu.

Segundo a BBC, o incêndio principiou às 18:50, em Paris.

O mapa do céu para este instante é absolutamente emblemático, pois tem o Sol em Áries separando-se de uma quadratura com Saturno: a catedral é um ícone de Paris e da França, o incêndio iniciou na torre (flecha) mais alta e arianamente pontuda. Este Sol está disposição de Marte em Gêmeos, em conjunção muito estreita com Aldebaran, uma estrela associada a acidentes violentos e também incêndios. Trata-se de uma estrela vermelha e uma das mais antigas e por isso mesmo, perigosas (como também Algol, Antares e algumas mais). Em vista do acima exposto, acredito que o incêndio tenha sido ocasionado por negligência ou falta de atenção com algum equipamento de manutenção elétrico.

Bem… não para por aí, Saturno, o senhor das estruturas e um dos Astros que muito bem representa esta catedral, encontra-se conjunto ao Nodo Sul ou Cauda do Dragão, de natureza violentamente destrutiva. Por esta configuração, é bastante provável que parte de sua estrutura tenha sido danificada e eventualmente, comprometida, ao contrário do que dizem os primeiros relatos dos bombeiros.

nossa_dama

Como disse o meu amigo Giancarlo Schmidt, de Petrópolis, se um ícone destes pega fogo é um mau presságio. Tenho de concordar com ele inclusive com base numa pesquisa que fiz com os eclipses solares desde o início de 2017. A maior parte deles tem conexão com o mapa do incêndio, seja com o Meio-Céu, Ascendente ou Marte, reforçando que algo já pairava no ar.

A boa notícia é que uma boa parte das esculturas e outras obras foram retiradas dias antes para restauro. A má notícia é que por mais que a reconstruam, esta Catedral jamais será a mesma, pois foi erguida por “pedreiros” que sabiam muito bem o que faziam. Seu legado foi queimado pelo fogo. Quem sabe agora, com suas almas libertas de sua obra grandiosa, estes “pedreiros” possam nos guiar pelo longo caminho de trevas que nos espera…

Nota: Curiosamente, praticamente no mesmo horário em que acompanhávamos as notícias deste incêndio, ocorria outro na mesquita de Al Aqsa, em Jerusalém, rapidamente controlado e debelado. Parece-me que Mikael anda aprontando das dele…

Veja neste artigo as dimensões do estrago provocado pelo incêndio e sua extinção.

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A posse de Jair Messias Bolsonaro

Acompanhei a posse através da BandNews. Hoje, precisamente às 15:10, foi declarado Presidente da República Federativa do Brasil, assinando o juramento cinco minutos após. Obtive o mapa e tentei estabelecer associações, encontrar significado, alguma interpretação consistente. Lembrei-me então do querido professor Darci Lopes que dizia que devíamos sempre procurar pelos símbolos além dos acontecimentos. Ocorreu-me que as ciências exatas são “exatas” apenas em sua aparência.

Continuei acompanhando a transmissão. A cerimônia de posse, militarmente pontual, sofreu um atraso quando de sua etapa da passagem da faixa presidencial. Passei a prestar mais atenção. O dia estava nublado e houve possibilidade de chover durante o primeiro deslocamento de carro aberto. Porém, quando nosso novo presidente chegou ao pé da rampa, para receber a faixa de seu antecessor, o céu se abriu e o sol iluminava os casais que subiram a rampa e os que aguardavam em seu topo. Precisamente às 17:00, Bolsonaro recebeu a faixa presidencial de Michel Temer. Sua esposa Michelle foi a primeira a discursar, em Libras, quebrando o protocolo, sob os olhares do emocionado marido. Em seguida, foi a vez do presidente discursar do palratório ao povo.

Os parágrafos abaixo são apenas minhas primeiras observações e carecem de um estudo mais aprofundado.

O mapa do momento da transmissão da faixa presidencial segue abaixo:

bolsonaro_faixa

O mapa acima representa nitidamente os “ventos da mudança”, porém, de uma perspectiva de austeridade. O regente do Ascendente, Mercúrio, está isolado e à disposição de Júpiter domiciliado, senhor das Casas X e VII, encontrando-se nesta última. Apesar de alcunhado de “Mito”, sabe que não conseguiria governar sozinho e cercou-se de “eminências pardas” às quais denominou de “equipe técnica”. Júpiter governando o regente do Ascendente indica sua franqueza em respeitar as leis e a Constituição.

A preocupação com a segurança e a manutenção da família, oferecendo melhor suporte jurídico aos policiais, está representada inicialmente por este mesmo Mercúrio, mas por outras configurações do mapa. É Marte que governa a conjunção entre Lua e Vênus, ambas em debilidade.  Há uma natureza justiceira envolvida nestes Astros.

Porém, se fosse descrever em poucas palavras, fazer um resumo, das expectativas deste mapa astrológico, diria que representa ou simboliza mudanças baseadas no respeito às pessoas, à família, às leis e num espírito daquilo que é tradicional, que pode ser resumido por seu lema: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!”.

Este mapa, entretanto, carece de significado individual e deve ser avaliado em conjunto com outros de maior importância. Abaixo, o mapa da posse está representado no exterior, em torno do mapa do Brasil, obtido para as 16:53 horas:

posse_brasil

Não vou me deter sobre explicações de empregar este mapa para a Independência do Brasil. Mas observe o grau de identificação do mapa da passagem da faixa presidencial com o mapa da Independência: MC (posse) => Asc (independência), Asc (posse) => Júpiter (independência) e Vênus (posse) => Fortuna (independência). Ascendente, Meio-Céu e Fortuna são pontos sensíveis à hora e de longe os mais importantes para determinar eventos de extrema importância. Se tomados em conjunto revelam o grau de identificação popular que o presidente alcançou e quando é visto como uma espécie de justiceiro.

Mas outras características chamam a atenção: Mercúrio encontra-se na Casa VII tanto do mapa do Brasil como no da posse o que assinala a interlocução com países estrangeiros. O mapa da posse sugere com nações que possuam tecnologia espacial e militar. Provavelmente haverá forte cooperação nesta área.

No mapa da posse, a Lua translada a luz de Vênus para Marte através de um trígono. Há duas interpretações possíveis para esta configuração. A primeira diz respeito à mudança que está propondo no estatuto desarmamento, relativa à posse de armas. A segunda (que imputo como mais importante) refere-se à presidência do Senado. Nos dois casos, a expectativa é de que haja conflitos antes de alcançar os resultados esperados. Assim, acredito que não será fácil aprovar as mudanças e elas ocorrerão com a ajuda de alguém conhecido e próximo, ocorrendo o mesmo em relação à presidência do Senado.

Com respeito às reformas da Previdência, para o primeiro ano de governo devem ocorrer apenas as mudanças possíveis. As necessárias deverão ocorrer no segundo ano de seu mandato.

Contudo, o ponto mais forte da combinação destes dois mapas é o elevado grau de otimismo que inspira. Por conta disso, é muito provável que um dos nós da nossa economia, o nível de desemprego, venha a cair apenas por acreditar que vai dar certo (MC (posse) => Asc (independência) e Sol, regente da VI, aplicando-se a Saturno domiciliado). Em razão desta última configuração, sempre difícil, acredito que a nossa indústria consiga estimular o comércio e, por tabela, permita um certo nível de circulação de riquezas.

Marte na cúspide da Casa II sugere que boa parte deste estímulo será através da realização de obras de construção civil, que empregam mão de obra menos qualificada (algo que já foi feito durante os governos do regime militar).

Os desafios que o Brasil enfrenta para crescer e ocupar o papel de relevância são enormes (Júpiter (posse) quadra o Sol (independência). Porém, devem ser superados pelo outro extremo de nossas capacidades: o desenvolvimento de tecnologia de ponta, para o qual existe um enorme potencial de recursos intelectuais e muitos centros de pesquisa necessitando de investimentos, abandonados pelos governos anteriores.

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Ladeira abaixo

Meus pais tinham amigos que moravam no Rio de Janeiro e passei a minha infância viajando para a então Cidade Maravilhosa. Tenho boas recordações dos vários passeios que fizemos na década de 70.

No início da década de 80, estudei na Escola de Marinha Mercante. Foi bem na época em que Moreira Franco entregou o governo da cidade para Leonel Brizola e seus CIEPS. A mudança inclusive do cheiro nas ruas da cidade mudou justamente neste período.

Este início da década de 80 marca outros acontecimentos importantes, como o surgimento da Social Democracia (que se mostrou não ser nem uma coisa e nem outra) e líderes importantes como Reagan e Thatcher.

Atualmente, o Rio de Janeiro não é mais o principal destino turístico dos estrangeiros em férias no Brasil, assustados com a violência nas “comunidades”.

Na verdade, sinto que a cidade perdeu a sua identidade quando deixou de ser Guanabara, a capital do país, tornando-se apenas Rio de Janeiro, capital do Estado. Quando a família imperial portuguesa ali chegou, em pouco tempo, transformou a cidade não apenas em centro de poder, mas também num pólo cultural importante. D. Pedro II tinha um apreço especial pela ciência, pela cultura e pelas artes. São Paulo superou o Rio como principal pólo cultural e artístico no país apenas durante a década de 80.

Como centro econômico e comercial, o Rio sempre atraiu migrantes particularmente do norte do país. De uma forma geral, pode ser dito que o carioca era essencialmente cordial e hospitaleiro, como eternizado no personagem do Zé Carioca, de Walt Disney. Os migrantes foram, em sua maioria, bem recebidos adaptando-se facilmente à cidade. Porém, na outra extremidade da sociedade, vimos as conspirações e a contravenção, que costumam andar onde há dinheiro. Na década de 80 era apenas o jogo do bicho, que financiava o Carnaval.

Com a perda de importância da cidade, os pobres se tornaram os miseráveis e começaram a subir os morros: os cortiços se tornaram as favelas (hoje, “comunidades”). A teia em torno do jogo do bicho foi substituída pelo tráfico, com drogas e armas, tornando-se absurdamente violenta.

Sem nenhuma ética ou controle, o dinheiro da corrupção drenou o dinheiro para as obras públicas para o bolso de uns poucos, num arremedo perverso de Zé Carioca do mal. Apesar dos royalties do petróleo, os recursos gerados na cidade não eram mais suficientes para mantê-la, dependendo de uma combalida e péssima administração pública. No Brasil, os recursos sempre aparecem depois da tragédia (embora nem sempre alcancem quem realmente depende deles).

Com o triste incêndio do Museu Nacional, resolvi inquirir sobre o mapa da fundação da cidade. As cartas de Anchieta relatam que Estácio de Sá fundeou seus navios na sombra da Ilha Grande, onde elaborou o seu plano para reconquistar a cidade dos franceses. Seu plano era simples, entrar na barra da Baía de Guanabara quando a maré estivesse enchendo, pois assim, as pequenas embarcações dos tupinambás teriam a maré contra elas. Como a maré encheu logo no início da manhã, por volta de 05:30 horas, os nativos ainda teriam o brilho do Sol em seus rostos, diminuindo também a velocidade.

Rio_1555_França_Antártica

Segundo Anchieta, o plano teve êxito absoluto e as naus portuguesas puderam aportar nas proximidades do morro Cara de Cão em seguida. Considerando todas as possibilidades náuticas e astronômicas, é provável que a fundação da cidade tenha se dado entre 07 e 08:30 horas do dia 01/03/1565. Embora não tenha realizado um cálculo completo do ajuste de hora, emprego o horário de 07:30 horas, que resulta num Ascendente em 17° de Aquário.

Sob esta perspectiva não acredito numa diminuição da violência por conta do tráfico de drogas e armas; ao contrário, tenho expectativas que ela se expanda a níveis maiores a partir de novembro de 2018. Com relação à cultura, o incêndio no Museu Nacional gerará comoção e acabarão entrando (muito atrasados) os recursos para o seu restauro. É bastante provável que surjam investimentos de outros países (França? Alemanha?) mas sem um projeto geral e inclusivo. Há teatros e outros museus em situação financeira delicada. O carioca se orgulha de sua história (e há muitas para contar)… mas os recursos para manter e preservar o seu patrimônio quaisquer que tenham sido os desvios, não chegam onde são necessários.

Sobre a falta de verbas destinadas ao museu (acervo Estadão).

A força do povo carioca está em sua pluralidade e no amor a sua terra. É preciso reconquistá-la.

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2018, a Copa do Mundo e as Eleições

Confesso estar pouco disposto a escrever sobre “previsões 2018” ou sobre “previsões para os Signos 2018”. A humanidade vive um momento de transição que ainda levará alguns anos. E particularmente no Brasil, basta acompanhar o noticiário para ser tomado pelo pessimismo.

Por outro lado, é preciso lembrar (todos astrólogos o fazem) que as previsões para o ano são obtidas, à princípio, empregando o mapa do ingresso do Sol em Áries, que ocorrerá em 20/03/2018. Este mapa é de fato considerado o mapa do “Ano Novo Astrológico”, aquele que dispõe sobre os temas e o tom do ano em curso até o próximo ingresso, no ano seguinte.

Uma das principais características do ano de 2018 é que todos os Astros ficarão retrógrados, inclusive Marte e Vênus. Ocorrerão três eclipses solares, nenhum deles visível no Brasil, embora mereça alguma atenção aquele que ocorre em 11/08/2018, visível sobre o nordeste da Ásia (China, Mongólia…) ao norte da Europa (Suécia, Finlândia, Noruega…) até a Groelândia, uma vez que forma conjunção partil com Vênus do mapa da Independência do Brasil.

Este Astro (Vênus) teve participação importante nos eventos recentes de nosso país, especialmente na Era Temer, além de estar conjunto ao nefasto Nodo Lunar Sul (Cauda do Dragão).

Júpiter e Saturno vibram no tom de uma semiquadratura minguante, aspecto que não é considerado na Astrologia Tradicional, embora seja de grande importância como indicadora da “eletricidade” compartilhada por dois Astros. Trata-se de um aspecto moderadamente tenso, que prepara o terreno para a conjunção que se aproxima (ocorre em dezembro de 2020).

Portanto, dos tópicos acima listados, não dá mesmo para esperar nenhum evento de proporções midiáticas, impactante a ponto de ser tomado como fator de mudança de uma era ou de uma geração. O fato é que, como um todo, 2018 será um ano morno até o início de novembro, quando Júpiter ingressa em Sagitário. Como Saturno já se encontra em Caprícórnio, nos dois últimos meses do ano teremos estes dois Astros superiores domiciliados, embora sem manterem relação entre si.

As retrogradações destes dois Astros ocorrem todos os anos e novamente se superpõem parcialmente, em razão de sua proximidade zodiacal. Porém, a retrogradação de Marte acrescenta um tempero adicional ao período entre o final de junho e o final de agosto. Júpiter retoma ao movimento direto cerca de uma semana após o início da retrogradação de Marte, que por sua vez, retoma ao movimento direto uma semana antes de Saturno.

Há uma retrogradação de Mercúrio nesta mesma época, ocorrendo entre 26/07 e 19/08, formando três conjunções justamente com a Vênus que citei acima, do mapa da Independência do Brasil. Este será o período mais confuso do ano e com reflexos em nossa atividade produtiva (indústrias) e nos esportes.  É provável que se estenda ainda para o setor de serviços, particularmente aquele voltado para o turismo de negócios.

E Vênus retrograda em Escorpião/Libra entre 05/10 e 19/11. Ou seja, exatamente no período correspondente às eleições gerais no Brasil, para todos os cargos do executivo e do legislativo. Se você estiver contando com alguma limpeza ou renovação dos quadros políticos, a expectativa, com este movimento de Vênus, é que teremos mais do mesmo, particularmente no legislativo.

brasil 2018

Há a Copa do Mundo, entre 14/06 e 15/07, na Rússia. Este evento está compreendido entre duas conjunções entre Marte e Saturno, ambos em Capricórnio: a 1ª conjunção ocorre em 08/06, com Marte direto e Saturno retrógrado; a 2ª conjunção ocorre em 28/07, com ambos retrógrados. Vênus formará uma conjunção com Vênus do mapa natal da Independência do Brasil em 29/06. Júpiter estará na órbita de um sextil com o Sol do mapa natal da Independência do Brasil.

Acredito que a seleção brasileira passará facilmente pela 1ª fase. A partir da 2ª fase, os adversários tornarão o caminho para a conquista da Copa mais difícil. De qualquer modo, veremos uma equipe onde a colaboração, a cooperação e o entrosamento produzem os resultados (gols). Apesar de realizar um bom trabalho, é pouco provável que esta equipe seja campeã (deve chegar em 2º ou 3º lugar).

Qualquer que seja o resultado da Copa, será uma época (antes e depois, como de costume) em que os problemas do país serão temporariamente deixados de lado, o que não é novidade.

Aí é hora de pensar nas eleições. E a primeira pergunta é se Lula será candidato. O julgamento de Lula em 2ª instância será ainda no 1º semestre e pode torná-lo inelegível. Há um período crítico e decisivo com relação às suas pretensões ocorrendo após o Carnaval, em fevereiro. Este julgamento deve ocorrer nos últimos dias de abril ou nos primeiríssimos dias de maio e, mesmo que não seja preso, deve ser tornado inelegível, ficando fora da disputa (ao menos num 1º momento).

Lembra-se daquele período em que ocorrem várias retrogradações? Pois é, entre outras coisas pode indicar alguma comoção popular, bem como, as tentativas da defesa do ex-presidente em invalidar ou desqualificar o julgamento… aí vem a Copa… e muitas coisas acontecerão nos bastidores…

Bem… e quem ganha as eleições? Já existe uma lista de possíveis candidatos e outros ainda podem surgir. Portanto, o mais adequado é tentar descrever o perfil daquele que tomará posse. Tenho até o meu palpite, para não dizer que faço proselitismo.

Para obter a informação de quem subirá a rampa do Palácio do Planalto, uso o mapa da posse. Combinando com as Direções Secundárias de Arco Solar do mapa da Independência do Brasil e seu mapa natal, chega-se a uma tônica de Saturno. Portanto, o próximo presidente eleger-se-á a partir de uma plataforma de austeridade econômica, retorno aos fundamentos da economia, É bastante provável que se mostre bem identificado com os problemas do país, bem como, com o funcionamento do Congresso. Durante a campanha eleitoral, terá de lidar com suspeição, embora nada seja efetivamente provado a seu respeito (e nada surgirá depois).

O que irá lhe assegurar a vitória será a sua capacidade de se comunicar com as bases populares, sem exatamente se tratar de um candidato populista. Em outras palavras, saberá dizer o que os outros querem ouvir. Sua campanha iniciar-se-á por meio de palestras a empresários do país e coalização com os governadores dos Estados. Antes de assumir, deve articular com os líderes partidários e iniciará seu mandato com um voto de confiança do de deputados e senadores.

Se eu estiver certo com respeito ao candidato vencedor, será durante o seu mandato que veremos, após cerca de dois anos (um ciclo de Marte) o Brasil voltar a crescer, baseado tanto na confiança interna em razão da austeridade e respeito às regras, como também, ao estímulo às exportações (que tanto interessa à indústria, agronegócio e mineração).

De toda forma, o ano de 2018, apesar de morno, será um ano de esperança, de sonhos e de expectativas. Embora a Câmara e o Senado pareçam andar um na contramão do outro, os sinais de recuperação da credibilidade virão da Câmara baixa e não da alta.

Outras áreas de interesse:

Cultura: Surge um novo estilo musical ou de dança, que logo vira modismo. A cultura popular tem projeção na mídia, graças à curadores ou campanhas através de organizações com capacidade de penetração. Mostras fotográficas com temas históricos devem percorrer algumas capitais do Brasil.

Educação: Apesar do marco regulatório proposto e aprovado no final de 2017, ainda persiste a evasão no período do ensino fundamental. Ocorrerão quedas de braço entre a justiça trabalhista e as universidades “fast food”, que contam com capital estrangeiro. Melhor para as universidades…

Esportes: Destaque para o atletismo e muita esperança no futebol. Porém, os destaques ocorrem nos esportes individuais e não nos coletivos, muito mais em função de um talento do que em razão do desenvolvimento técnico. Os esportes de luta, como boxe, judô, etc… devem receber premiações.

Religião: Apesar de sermos um país laico, as bancadas religiosas (especialmente as articuladas  bancadas evangélicas) terão algum revés na justiça, em razão de problemas legais de alguns líderes em países do exterior. Não custa recordar que os líderes de duas grandes igrejas evangélicas são investigados nos EUA (entrada ilícita de valores, evasão de divisas e sonegação fiscal).

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Janus 5 (review)

Se você já considera o Janus 4.3 muito bom, recomendo baixar o Janus 5. Pode ser testado gratuitamente por 30 dias, é uma excelente oportunidade para avaliar as novidades e aprimoramentos.

Instalação: Extremamente simples! É só baixar e seguir as instruções na tela. Se puder, desabilite o seu antivírus. Quando você executa o programa pela 1ª vez, abre-se o módulo de configuração.  Logo de cara, percebe-se que a inicialização do programa é mais rápida e leve.

Lembrando que a partir do Windows 7, a versão anterior (Janus 4.3) trava eventualmente e/ou não inicia, necessitando reiniciar o equipamento. O Janus 5 foi totalmente reescrito (não é uma atualização do Janus 4.3) . Sua arquitetura mais leve permite assim uma inicialização mais ágil e rápida inclusive no Windows 10, o que já é um benefício enorme.

Configuração: Nesta versão, a configuração é mais completa e pode ser acessada posteriormente através do menu, usando a opção “Settings”. Neste momento, você já se depara com a primeira grande novidade do Janus 5: tudo é fácil e totalmente configurável e editável a qualquer momento. Então, basta seguir as abas do menu de configuração e ir ajustando os parâmetros de acordo com o seu método de trabalho. É extremamente fácil.

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Principais novidades:

  • Acesso ágil aos diretórios de mapas (clientes, família, etc…) a partir da tela inicial.
  • Função “Preset” em todos os módulos de trabalho, dispostos em duas categorias (geral e particular) permitindo agilizar suas rotinas e tarefas habituais, deixando-as pré-configuradas. O programa já vem com várias configurações elaboradas de fábrica, que podem ser utilizadas como exemplo.
  • Importação dos diretórios de mapas do Janus 4.3 para o Janus 5.
  • Módulo de pesquisa em bancos de dados aperfeiçoado.
  • Módulo de Astrologia Tradicional: A tabela de dignidades está completa, apresentando as três Triplicidades. Aqui se encontram também as técnicas da Astrologia Helenística e os métodos de predição. Oferece várias outras opções, a maior parte delas com textos explicativos do método.  A apresentação dos mapas é configurável, sendo possível até empregar o mapa “bolinha”. Uma dica: a SAN é encontrada na aba das Partes Árabes. Há um apresentação específica para o mapa de Antíscia.

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  • Módulo de Astro-Cartografia permite apresentar as órbitas das linhas. Pode ser pré-configurado para representar apenas as linhas de buscas específicas (melhores locais para casamento, trabalho, escola, etc…)
  • Inclusão de um módulo de Astrologia Védica.

Prós (não listados acima):

  • Baixo custo de investimento (seja novo ou atualização), podendo ser testado gratuitamente por 30 dias.
  • O Janus 5 evoluiu bastante, mantendo a sua simplicidade e filosofia de módulos de trabalho (Tradicional, Cosmobiologia, Védica, ACG…).
  • Manteve a funcionalidade dos módulos de retificação de hora, com a possibilidade de apresentar apenas dois mapas (natal e secundárias) ao invés dos quatro mapas do Janus 4, melhorando a visibilidade. Pode ser acessado de diversos módulos diferentes.
  • A função “Linha do Tempo” inclui as datas. As Efemérides Gráficas incluem os aspectos.
  • Inclusão da função Calendário, útil para quem trabalha com horóscopos.
  • Atlas e fusos horários facilmente editáveis.
  • É possível configurar as estrelas, partes árabes e/ou asteroides que deseja empregar em suas rotinas de trabalho.

Contras:

  • O módulo de exportação de imagens está mais elaborado e com mais possibilidades de configuração, mas não suporta mais o formato WMF, que oferece melhor qualidade para exportação em Word e Power Point.
  • Não existe mais a função “Aspects to Stars”, que facilita encontrar os aspectos das estrelas em relação ao gráfico astrológico. É possível criar uma rotina através da função “Preset”.
  • A SAN se encontra na aba das Partes Árabes e não mais na listagem dos dados do mapa natal.
  • É bom checar as datas de início e fim do Horário de Verão no Brasil, uma vez que é bastante irregular. Contudo, é facilmente editável, como acima.

Conclusão:

  • Se você é um “heavy user” e  usuário do Janus 4.3, vale a pena migrar para o Janus 5. O suporte é excelente. Entrei em contato com o pessoal da Astrology House, que produz o programa, sendo sempre muito rápido e bem atendido. Mencionei alguns pequenos bugs, para os quais prometeram uma atualização brevemente.
  • A função “Preset” é muito interessante: dedique algum tempo experimentando e testando até se familiarizar completamente. Use as rotinas pré-instaladas como exemplo.
  • O manuseio e edição dos gráficos astrológicos é muito mais fácil e simples.
  • O programa é interessante e útil para os astrólogos iniciantes, intermediários e profissionais, com uma excelente relação custo-benefício.

O programa pode ser testado e/ou adquirido baixando o arquivo de instalação em https://www.astrology-house.com/

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